Em busca da originalidade

 

 

Foi providencial a presença do presidente da Santur Valdir Walendowsky para enfatizar o que já se concluiu há muito tempo mas, até hoje foi difícil assimilar, que é a valorização das nossas Cultura e tradições na Festa do Pinhão.

Ele abriu o seminário realizado na quinta-feira na CDL, falando que SC já é famosa por suas festas regionais, destacando as tradições das diversas etnias existentes. A Festa do Pinhão tem de ser original. .

“O original é diferente, portanto, o sucesso de um evento depende de sua originalidade e, para transformar Lages em um polo regional em turismo de eventos, é necessário priorizar as características da Festa do Pinhão”, disse ele.

Reafirma o que se tem dito: a Sapecada da Canção Nativa ´´e o que de mais original existe no evento. Contudo não é o carro chefe na divulgação da festa. Destacam apenas os shows nacionais.

Outra questão salientada é: essa é uma festa da cidade e que portanto tem de ser tocada pela prefeitura. “E esse tipo de festa não dá lucro em lugar nenhum do mundo”, disse Walendowsky. Mas, entendo também que não pode ter déficit. Então que se realize uma festa do tamanho da receita levantada.

Isso é fundamental! Contratar o show pela bilheteria é uma roubada: esse ano vimos que shows nacionais resultaram em uma bilheteria ínfima, mas a prefeitura teve de desembolsar para cobrir o pagamento mínimo. Assim, se o parque enche quem leva é o artista. Se não tiver público é a prefeitura que arca com o prejuízo. É um negócio da China!

Cerca de 60 pessoas estiveram no seminário para levar as sugestões que serão agora analisadas pela coordenação da festa, mas algumas são quase unanimidade como: o controle dos preços no parque ou a redução das entradas de cortesia. Certamente, depois de concluída a coleta das sugestões, a coordenação da festa fará a divulgação e indicará quais serão acatadas.

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