Vereadora cobra implantação da Escola Pública de Trânsito

 

 

 

Durante a sessão especial realizada segunda-feira para discutir a questão do trânsito a vereadora Aidamar Hoffer questionou o secretário de Segurança e ordem Pública, Coronel Paulo Dellajustina, a respeito da Escola Pública de Trânsito prevista no projeto que criou a guarnição dos agentes de trânsito e que ainda não implantada.

 

Conforme o diretor de Trânsito, Diego Oliveira está sendo estudada a possibilidade de fazer um convênio com uma escola já existente. Mas Aidamar insistiu com o secretário para saber quando iria ser implantada. Queria data e detalhes.

Dellajustina ficou irritado com a insistência da vereadora. Ela então apelou a sua condição de vereadora que lhe confere o direito de questionar conferido pelos que a elegeram. Dellajustina retrucou que não estava ali por privilégio, mas recebeu o convite para ser secretário por seus méritos.

Juliano Polese igualmente cobrou solução para o trânsito, uma vez que já se passaram nove meses desde a eleição e “o tempo do planejamento já passou”. Citou que como candidato a prefeito tinha vários projetos para Lages, “mas agora está na administração e não conseguiu implantar nenhum”, argumentou Polese.

“Você também esteve por um longo tempo na secretaria da Saúde e no período que passou por lá não fez tudo o que precisava, como vem agora cobrar todas as soluções em apenas seis meses de governo”, respondeu Dellajustina.

Alheios a essas agressões verbais, os demais vereadores deram várias sugestões para reduzir acidentes e melhorar o trânsito nas vias centrais. Elas foram desde a implantação de rótulas, como fez o vereador Elói Bassin a construção de lombadas físicas como observaram os vereadores Gotti dos Grampos, David e outros ou até a aquisição das lombadas eletrônicas, como citado por João Alberto Duarte. Essa seria uma alternativa, disse ele, uma vez que o sistema adotado até o ano passado era locado. O vereador Marião defendeu a volta do Programa de Trânsito Humanizado, em que o motorista infrator teria como pena a frequência em curso de orientação ao trânsito. 

 

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