Ontem (23) chegou o primeiro lote de medicamentos adquiridos pela atual administração, decorrente de um contrato emergen cial feito copm seis fornecedores, no valor de R$ 310 mil.

O problema decorrente da falta de medicamentos básicos se arrasta desde janeiro deste ano e chegou a uma situação crítica na última semana.

Pelletti explicou porque a situação chegou a ficar tão crítica:
“Recebemos o almoxarifado com estoque de medicamentos muito reduzido e a maioria dos funcionários de férias, dificultando a agilidade em montar o processo de compra. Fizemos uma verdadeira força-tarefa, com um mutirão entre os funcionários, para conseguir tomar as providências o mais rápido possível”, afirma ele.

Esta foi uma compra emergencial de 84 itens de medicamentos. Apenas 54 deles chegaram esta semana, o restante virá na segunda-feira. Pelletti explica porque levou quase três meses para chegar:
“Os próprios fornecedores também apresentam problemas, pois nem sempre eles têm os medicamentos solicitados no estoque. Mas temos muitas parcerias, até mesmo com hospitais, que nos emprestam medicamentos ou fazem um adiantamento para que possamos amenizar a situação”, declara o diretor.
Fotos: Carlos Alberto Becker