Maílson diz que o país começa a dar mostra de recuperação econômica

Bastante interessante a palestra do ex-ministro Maílson da Nóbrega, neste primeiro dia do Sede Serra, que acontece no Teatro Marajoara, uma promoção do Correio Lageano.

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Começou dizendo que com  “o impeachment da presidente Dilma começa a melhorar o ambiente político e econômico do país”. Ao chegarmos no fundo do poço novamente a economia começa a emergir. Voltamos a crescer. Não será um crescimento em “V”, mas em “U” disse ele.

 

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Prefeito Elizeu acompanhou as palestras da noite.

Vamos experimentar ainda um período difícil, mas diz que a economia deverá crescem, em no máximo 2% em 2017 e também em 2018, mas crescerá, e talvez até sairemos ainda melhor depois dessa crise, como já aconteceu em dois outros momentos, no final do governo do Jucelino Kubitschek e depois do governo do General Castelo Branco.

 

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Maílson com os empresários Costinha (presidente da SC Parcerias)  e Israel Marcon (vice-presidente regional da Fiesc).

Observou contudo que o setor do emprego será o último a se recuperar. Mas isso é explicável, porque a economia precisa estar em pleno vigor, para o empresário ganhar confiança e começar novamente a empregar.

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Observou que, a crise não atingiu o setor cambial e nem bancário e que, apesar dela, o Brasil teve algumas conquistas importantes como o fortalecimento da democracia e instituições sólidas. Tem uma indústria complexa e diversificada, um mercado financeiro sofisticado. É muito forte no agronegocio, tanto que é o primeiro na produção de açúcar, café, frango, carne e soja.

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O primeiro palestrante, Leo Zanoello, Maílson e a empresária Isabel Baggio

 

E por fim observou que acredita que surgirão lideranças fortes para retomar as rédeas políticas do país. Disse também que governar é tarefa para os políticos e não para empresários.

Também repetiu que o Brasil não poderá ficar nas mãos de aventureiros e citou Ciro Gomes como o representante dessa classe de políticos.

Disse também que é o fim da era PT, e se Lula voltar a concorrer à presidência pode até sair bem de arrancada (talvez com 20% da preferência do eleitorado), mas irá perdendo força no caminho.  Não terá fôlego eleitoral para eleger-se novamente. Mas acredita que nem chegará a concorrer porque o braço da justiça vai lhe alcançar antes.

Fotos: Zé Rabelo

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