Segundo nota expedida pela SDR local esclarecendo a respeito do custo da revitalização do Colégio Rosa, não é verdadeira a informação de que a obra teria recebido um aditivo de R$ 2 milhões.
Lembra que o contrato assinado entre o Governo de SC e a empresa Estaca Engenharia é de precisos R$ 5.930.225,17. E o aditivo foi de R$ 599.998,58, por conta da complementação do projeto já que “o projeto original não contemplava os splinkers (chuveirinhos de água com acionamento automático) no sistema de prevenção e combate a incêndios.
Durante a execução das obras, o Corpo de Bombeiros exigiu a instalação do dispositivo, e o Governo foi obrigado a acatar a determinação técnica”, cita a secretaria. É verdade que não são R$ 2 milhões como foi citado na coluna, mas também não se trata de trocados: são mais de meio milhão.
Ao questionar o valor da obra, não se está colocando em xeque a importância dela para a cidade e nem com relação a exploração do espaço por parte do Sesc.
Sei que há muita gente que acha inadequada e mesmo injusta a concessão de 30 anos ao Sesc.
Entendo que o Sesc é também uma instituição que contribui sobremaneira para com a área cultural e para com a cidade e, administrando o Colégio Rosa, é a garantia de que o espaço estará sendo bem aproveitado e não entregue às moscas e a ação danosa do tempo. O que certamente ocorreria se não tivesse sido essa a opção para sua ocupação.
A questão aqui se refere ao valor da obra, que sendo R$ 8 milhões ou R$ 6.530.223,75, o custo é igualmente alto.
Os projetos sempre são falhos. Chego a pensar que pode ser proposital
Embora saibamos que quando se trata de obra pública tudo é mais caro. Outra questão é a qualidade dos projetos, sempre falhos, incompletos ou sem qualidade técnica. Que engenheiros são esses que sempre deixam penduricalhos para acertar depois. Será que desconheciam a necessidade do sistema de prevenção a incêndios? E que sistema de “chuveirinhos” é esse que custa mais de meio milhão de reais?
Opinião do leitor
Na terça-feira ao parar ao lado do colégio, no semáforo, fiquei a observar e refletir exatamente sobre o alto valor ali investido e sobre as condições da pintura que já está com problemas de deterioração antes mesmo de ser entregue a comunidade. A que se pensar sobre a qualidade da tinta utilizada, visto que, não poderia apresentar problemas em tão pouco tempo.
Já com relação as mudanças na Prefeitura de Lages, as acomodações políticas continuam e o inchaço da máquina aumentando. Lamentável ver que nem assustado ficou o Sr. Elizeu, continuamos sem administração, cidade parada, nem explicações existem mais, olha o caso da Av. Duque de Caxias, nunca vão terminar? a buraqueira da Correia Pinto e Nereu Ramos, pouco tempo após serem recapeadas, isso é planejamento? Estamos sem governo em Brasilia e em Lages!
Rogério Franzoi