Polícia Ambiental orienta a respeito do abate do javali

Foto e informações: Flávia Mota

Visando orientar os moradores da região para o problema dos javalis, a Polícia Ambiental (Grupo de Educação Ambiental) realizou um debate em Ponte Alta, no Clube de Caça e Tiro. 

Na oportunidade foram abordadas as questões relacionadas ao impacto econômico, ambiental e de saúde pública relacionados a invasão da espécie no Estado.  

 “Estamos orientando a população de como realizar o abate. Temos uma preocupação muito grande com a reprodução incontrolada dessa espécie, por isso estamos intensificando nossos encontros, nos aproximando ainda mais dos produtores rurais”, explica o major da 4° Cia de Polícia Ambiental de Lages, Frederick Rambusch.

 

Sobre o abate do javali

 

Quem tiver interesse em abater o animal, que destrói lavouras com sua força, é preciso levar a documentação na Polícia Ambiental com o pedido de abate, descrevendo o local e o nome de um atirador profissional para fazer o serviço. Depois de a polícia permitir o abate, a pessoa precisa levar o documento para a Polícia Federal ou para o Exército. Somente associados a clubes de caça e tiro levam a documentação para o Exército.

 

A Polícia Ambiental verifica, depois do abate, se a carne foi enterrada no local que foi permitida a caça. 

Mas… é justamente para reduzir toda essa burocracia que houve aquela audiência em Lages.
 
 
De acordo com a Polícia Ambiental, somente em 2015 já foram expedidas 225 permissões para o abate do Javali.
 
O major explica que o processo de obtenção da permissão é bastante simples, tanto que somente numa das propriedades cadastradas já existem 21 pessoas autorizadas a realizar o abate do javali, de maneira qualificada e em conformidade com as normas vigentes.

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