SAMU: proposta do governo está gerando polêmica

 

A proposta do governo é centralizar as chamadas do Samu, com uma única central de regulação estadual, na capital. Projeto está gerando muita polêmica.

 

Pela proposta, ao invés das oito centrais existentes hoje, atuando independentemente, passaria a haver apenas uma, que acionaria as unidades locais para o atendimento. A grande preocupação: o atendimento iriam demorar pelo menos 50% a mais dos que os 10 minutos que leva hoje.

 

O estado estima uma economia de R$ 1,5 as R$ 2 milhões por mês, pois ao invés dos 1060 médicos que tem hoje, passaria para 900.

 

Quem gerencia?

O gerenciamento do sistema é feito por uma empresa – Organização Social Associação Paulista (OS). O contrato de R$ 426 milhões, por cinco anos foi feito em 2012 e  desde 2013 o Ministério Público está tentando suspendê-lo, por considerar irregular. Continua em vigor graças a liminar.

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