Ainda com relação a questão da doação de terreno da antiga Engepasa para algumas empresas de Lages, em 2012, soube que, quando a atual administração assumiu, em 2013, o impasse persistia, uma vez que a área tinha sido dada em garantia de uma dívida. Portanto não podia ser doada.
As empresas Mill Serras e a Olímpio foram até o prefeito Elizeu Mattos para buscarem uma solução. Como já estava instalada lá, a Mill Serras insistia no barracão da Engepasa, contudo não foi possível dispor daquela área porque sua negociação não oferecia segurança jurídica e se fosse para quitar a dívida da Engepasa, o custo ficava alto demais.
Empresas ganharam novo espaço
Foi então que a prefeitura adquiriu outra área, da antiga Novosul, também no bairro Ferrovia, às margens de onde está sendo construída a avenida.
A Olímpia aceitou o terreno e construiu sua unidade que está quase pronta e para onde está se mudando nos próximos dias.
Cerca de 60 mil m2 dessa mesma área foi repassada a Mill Serras, mas a empresa achou que era pequeno demais para a planta que pretendia.
A época a Sanovo se interessou pelo terreno, mas como já tinha sido doada, a prefeitura acabou disponibilizando outra na via de acesso a SC 114, onde já está concluindo a terraplenagem e inicia em seguida a construção.
A terceira empresa da lista, a Potenza, também está iniciando as instalações em outra área fornecida pela prefeitura, ao lado da Belo Peixe, cuja fábrica está em vias de inauguração.
A Concrecec se instalou no Guarujá
Segundo informação do empresário Marco Marian, a outra empresa que também aguardava a área da Engepasa, a Concrecec/Estrametal acabou alugando um terreno no Bairro Guarujá, onde a Concrecec investiu R$ 10 milhões e está operando desde o início de 2014. Marian é diretor regional do grupo e informa que com relação a Estrametal (fábrica de estruturas pré-moldadas) é um projeto ainda pendente da disponibilidade de uma área maior para ser instalado.
Como vemos, com exceção dessa última, que não aconteceu, mas cujo projeto poderá ainda ser resgatado, a perda definitiva foi apenas da Mill Serras, que acabou optando por ir para Correia Pinto. Os demais projetos foram salvos pelo bem da economia de Lages