Coruja é contra coincidência de mandatos

O deputado Fernando Coruja ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa para falar sobre a reforma política. Se disse contra a coincidência das eleições e defende o voto distrital misto e não sistema eleitoral chamado “distritão”.

 

Por que não concorda com a coincidência

dos mandatos?

O parlamentar questiona o parecer do relator da reforma deputado federal Marcelo Castro (PMDB-PI): para a coincidência das eleições e da duração dos mandatos, em 2016, os eleitos (prefeitos, vices e vereadores) terão um mandato de dois anos, pois, em 2018, haveria eleição para todos os cargos eletivos de vereador a presidente da República.

 

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Para Coruja, “de forma geral, as pessoas são favoráveis à coincidência das eleições, porém precisamos olhar atentamente e avaliar melhor porque o que só tem no Brasil e que não é jaboticaba, dá para desconfiar que não funciona; é ilusão achar que isso vai baratear o custo das campanhas”.

 

E, por que não o chamado distritão?

 

 A proposta de eleger vereadores, deputados estaduais e federais por meio do voto majoritário dentro de cada município ou estado – modelo chamado de “distritão” – divide opiniões mesmo dentro do PMDB.  Coruja acredita que o “distritão” vai enfraquecer os partidos, “precisamos fortalecer os partidos políticos – reformas só acontecem a partir de bandeiras políticas”. 

 

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