Prefeito deve vetar emenda inclusa no projeto de reajuste dos servidores

 

 

Votação do projeto de lei oriundo do executivo tratando do reajuste dos servidores provocou uma longa discussão na sessão de terça-feira passada.

 

Emenda foi proposta pela bancada

de fiscalização

 

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A bancada da Fiscalização, liderada pelo ex-secretário da Saúde e agora vereador, Juliano Polese, incluiu emenda ao projeto estendendo o reajuste aos agentes de saúde já que esses não estariam contemplados pelo projeto. A bancada da situação protestou mas acabou sendo aprovada com a ajuda de alguns vereadores da base de sustentação do governo municipal: Thiago de Oliveira, Adilson Padeiro, Elói Bassin e Gerson dos Santos.

 

O que diz o líder do governo?

 

O argumento da situação é de que os agentes de saúde são pagos com os recursos federais e têm não apenas um regime de contratação diferenciado como reajustes também diferentes. Eles são determinados nacionalmente e segundo o líder do governo, Rodrigo Silva já tiveram seus salários reajustados esse ano.

Muito provavelmente o prefeito vai vetar a emenda e o projeto volta à Câmara para nova votação da manutenção ou derrubada na mesma. A questão é que saber se impede que isso aconteça a tempo de rodar a próxima folha de pagamentos.

 

O que contém o projeto enviado

pelo executivo?

No projeto aprovado pela câmara com a emenda em questão, exclui os agentes e também os profissionais do magistério. Esses últimos serão contemplados com uma lei específica que ainda não foi votada.

Para os servidores em geral o reajuste é de 6,23% a partir de 1º de abril e de 1,27% em novembro. Considerando que a reposição segundo o INPC/IBGE é de 6,23%, o ganho real dos servidores seria de 1,27% que receberão somente lá em novembro.

 

E os inativos?

 

Os inativos ficarão apenas com os 6,23%, o que é lamentável pois repede aqui a mesma injustiça cometida contra os aposentados pela Previdência Social que a cada ano vão perdendo seu poder aquisitivo.

 

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