O promotor atendeu convite do prefeito interino e do secretário Regional para visitar a edificação e apontar uma destinação, já que a justiça concedeu liminar ao seu pedido, impedindo a demolição do prédio.

Qual foi o posicionamento do promotor?
A posição do Ministério Público, conforme explica o promotor de Justiça, Renee Cardoso Braga, é que seja preservada a estrutura do colégio, já que muitas instituições técnicas afirmam que o mesmo representa um patrimônio histórico cultural de Lages e Santa Catarina. “Nossa atuação é técnica. Propusemos a ação com base nesse material. Uma prova pericial atestando o valor do bem foi apresentada e, paralelo a isso, a Fundação Catarinense de Cultura iniciou o processo de tombamento do bem público. Agora o que queremos é que o Estado cumpra a decisão judicial e preserve-o para a comunidade”, defende o promotor.
São não entendo uma coisa:
A Fundação Catarinense de Cultura vai tombar o prédio do antigo Colégio Aristiliano Ramos, mas deixa outros prédios com valor histórico muito maior irem abaixo sem qualquer intervenção.
Como o a fundação pode vir aqui em Lages e intervir nisso, se o Conselho do Patrimônio Histórico de Lages já tinha sentenciado de que o bem não tem assim, tanto valor histórico?