Embora o presidente da Câmara, Adilson Appolinário entendesse que bastava apenas uma CPI para investigar as questões envolvendo a Semasa, preocupação essa gerada com a Operação Águas Limpas, os vereadores parecem dispostos a fazer funcionar as duas delas: a 140/2015, com foco na investigação da Gaeco, e que já tinha sido instalada e, também dar andamento a outra CPI (141/2015), mas abrangente que visa levantar tudo sobre a Semasa, desde sua instalação.
Com a instalação da Comissão Parlamentar Processante para análise do impeachment do prefeito Elizeu Mattos, ambas não tiveram prosseguimento, apesar da primeira delas já ter dado início aos trabalhos.
A primeira já estava em andamento
Com a liminar que suspendeu os trabalhos da CPP, agora os vereadores da oposição conclamaram a retomada das CPIs. A de número 140 já estava com seus cinco membros definidos, mas o vereador Juliano Polese a deixou quanto optou por ser relator da CPP (a escolha dos membros foi por sorteio). O PP precisa indicar outro nome.

Juliano tinha deixado a primeira CPI para integrar a CPP
Por definição dos líderes de partidos que tiveram uma reunião com o presidente da casa, na terça-feira dessa semana, a segunda CPI (Nº 141) também será oficializada, tão logo a oposição indique os dois nomes a que tem direito, conforme a representação da bancada.
Faltam dois nomes para
instalar a segunda
A primeira CPI, que já estava em andamento, tinha como presidente Luiz Marin e Juliano Polese como relator. Agora deverá ter Thiago de Oliveira. Marin previa que os trabalhos seriam muito rápidos, mas o prazo de 90 dias continua correndo e, para que atinja seus objetivos, terá de ser prorrogado. A segunda CPI, que vai apurar a respeito da Semasa desde sua instalação, provavelmente será presidida pelo vereador Marião.