Gaeco ouviu várias pessoas nessa terça

 

 

Ainda hoje à tarde, algumas pessoas foram chamadas ao Gaeco para serem ouvidas a respeito da participação da GDO na festa.. Dentre elas o superintendente da Fundação Cultural, Maurício Neves de Jesus, o executivo de gabinete, Pedro Ivo Agustini e o secretário de Turismo, Flávio Agustini.

O prefeito interino, Toni Duarte também foi lá explicar como ocorreu a licitação.

 

Mas, daí não dá para fazer nenhum julgamento apressado. Por enquanto o foco é o envolvimento da GDO e a possibilidade da Gaby ser usada como fachada. Pelo menos é o que diz a nota expedida pelo Ministério Público hoje.

 

O que disse o Toni?

 

A GDO esteve em todas as festas do Pinhão de 2001 a 2012, sendo no último ano ficou com o direito de explorar a bilheteria.

A transferência da execução da festa para o setor privado foi com o objetivo de evitar problemas e desvios.

“Vamos aguardar as investigações do Ministério Público e se houver alguma irregularidade teremos de rever”, disse Toni.

 

Como aconteceu a licitação?

 

Foram feitas duas licitações para passar à iniciativa privada. A primeira delas resultou deserta. Nesse caso a lei determina que pode ser feita a contratação direta, mas foi realizada uma segunda tentativa, desta vez um pregão presencial. Esse pregões são gravados, portanto o Gaeco pode rever.

Foi quando apareceu a Gaby Produções e uma segunda empresa, se não estou enganada, do Oeste. A que apresentou o melhor preço foi a Gaby, da cidade de Novo Hamburgo (RS).

A Gaby pagou R$ 500 mil pelo direito de exploração da festa, a ser pago ao longo dos cinco anos da concessão.

 

 

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