DIA 26 DE FEVEREIRO PRÓXIMO ÀS 18HS, EM FLORIANÓPOLIS, O TRIBUNAL DE JUSTIÇA SC, LIVRE DAS PRESSÕES, DEVOLVERÁ ELIZEU MATTOS A SEU CARGO, AOS BRAÇOS DE SEU POVO, SUA HONRA, SUA FAMÍLIA.
No cárcere desde 05/12/14 Elizeu Mattos com humildade verá seus inimigos incorporarem-se na réplica da carreata que desfilaram pela Cidade mais linda cidade do Brasil como fizeram na comemoração de sua vitória, desta vez para irem ao cárcere que abriga um homem que se quer foi julgado, que não foi nem denunciado pelo ministério público de sua cidade, que em centenas de horas de gravação nenhuma vez ouviu-se seu nome, mas ele já foi tatuado de ladrão público, sumarismo nazifacista. No cárcere me disse que reassume na mesma noite de seu julgamento, se a justiça assim entender. Com as mãos cheias de perdão para seus nomeados que engrossaram vozes de: prendam, acorrentem, humilhem, e matem. Gente pequena de alma anã, que como uma centopeia humana com aquele mundo de pernas que não servem pra nada, como os navegantes do mar morto, que de tanto sal, pra nada serve, só para charque de canalhas amanhecidos no lixo do tempo. A luta pra que isso aconteça aqui fora começou com um caipira de mãos enxaguadas pelo tempo, que andou pelo país arregimentando asas para o voo da liberdade de um homem criado na roça por seu pai, seu Fredolino, lá na cidade de Abdon Batista. Mas como dizia Ulysses Guimarães, “e vinham vindo, gente de todo tipo, desdentados, desempregados, a fila foi tomando corpo e no meio do caminho aquele caipira ali de cima que lhes falei, pinchou o pala pra trás, engraxou as botas, na “farta” da pelegada que outrora tiveram os mesmos problemas que Mattos; Paulo Afonso em 1997, em sua cassação: Elizeu, um guri, estava lá derrubando portas, enfrentando a polícia pra defender seu velho correligionário. Casildo Maldaner, processado. Luiz Henrique da Silveira em seu processo de cassação em 19/04/209; Elizeu Mattos estava lá, como um samurai defendendo seu amigo de uma vida inteira. Raimundo Colombo que hoje comanda uma terrível caçada aos leais à Mattos: teve seus dias de cão no governo: lá estava Elizeu defendendo o conterrâneo velho. Todos, tiveram o colo amigo do filho de seu Fredolino, pai de Elizeu, que lá em Abdon Batista encilhava um puro sangue, hoje numa pequena salinha, uma cama velha amargou o natal, ano novo e o carnaval segregado, mandado pra lá por um tribunal de exceção capitaneado por seus aliados togados com capa preta desbotada, manchada de sangue de um inocente, que na hora de usar Mattos foram homens com (H) maiúsculo, agora correram pra debaixo da cama de putas em um cabaré quando chega a polícia.
Ainda bem que entre tantos pulhas, existe gente que ainda pratica a solidariedade fraternal. um velho e antigo companheiro de trabalho, muito mais amigo que companheiro, ao retornar`à Lages, em véspera de Natal, vendo o absurdo da situação que a Elizeu é imposta pela inércia dos que antes estendiam tapetes ao Prefeito, pela inércia dos que se diziam amigos, pela força meramente política dos poderosos que hoje estão de plantão em Lages e em Santa Catarina, inconformado com a situação humilhante imposta ao Prefeito eleito pelo povo, buscou ajuda entre os que se diziam amigos, partidários, correligionários, os da confiança de Elizeu…não queria benesses ao amigo do tempo das vacas magras em Brasília e Florianópolis, quer apenas que a Elizeu se faça justiça, dando-lhe, como previsto na Constituição Federal, seu inegável direito à defesa… como esse amigo não é bobo nem nada, mesmo contrariando os ventos contrários, e a execração pública, como um Don Quixote, arregimentou uma meia dúzia de serranos da cepa, que ainda existem na política e tem vergonha na cara, preservando a verdadeira amizade e fraternidade, em outras plagas, foi procurar ajuda, capitaneando um exercito de não mais que meia dúzia…. o amigo, com sua experiência e articulação de bastidores da política catarinense e brasileira nos últimos 40 anos percebeu o que em Lages não querem ou fazem de conta que não veem, para preservar seus cargos e empregos públicos, ou os benefícios que recebem: o jogo podre em busca do poder, que precisa liquidar Elizeu, para se libertar da humilhante derrota democrática, que o prefeito do povo, hoje encarcerado, lhes impôs, ha pouco mais de 2 anos passados. Esses poucos, assim como o prefeito do povo, apartado na base da força de sua gente, não querem isenção. Querem apenas que se cumpra o que diz a lei, que se pratique a Justiça legal e verdadeira e não que se promova, como estão fazendo em Lages, uma repetição da Revolução Francesa, onde cabeças eram cortadas, sem que os suspeitos tivessem ao mínimo o direito legítimo de se defender.
Mas Elizeu Mattos veio, guarda-se em sua fé, a mesma que Cristo enfrentou seu calvário, dois mil anos depois de sua crucificação, dois bilhões de arrependidos, esfolam joelhos, algemam-se em rosários, fazem praças públicas de templos, de muros lenços para seus prantos. Um horror, um escândalo, uma vergonheira danada. Assim será quando Elizeu entrar triunfantemente de onde nunca deveria ter sido arrancado, retorne livre como um pássaro desgarrado de seu povo, não por ventos de revés, sim por sopros de gente com os pulmões enfumaçados pelo hálito do ódio, da raiva canina. Não trataram-se, agora começam a morder o próprio rabo, na ausência do bálsamo, do milho público que engordou esta porcada. Armaram pra Elizeu ser preso dentro da prefeitura, mas Mattos nem este prazer os deu. Quando soube do mandado de prisão foi para a Capital e entregou-se ao Ministério público, foi de livre espontânea vontade, nada devia, nada temia. Mas dia 26 de fevereiro próximo Elizeu Mattos fará o que proclamou Franklin Delano Roousevet ao dizer: “A história é contada pelo vencedor”. Reunirá seus filhos, sua doce esposa, este desajeitado, aquele ali de cima, o que puxou esta gentarada toda até chegar aos capas-pretas, homens livres, independentes constitucionalmente, que dirão: Elizeu Matos, levante-se do banco dos réus, suma daqui, teu povo te aguarda, volte às praças públicas, retorne para sua prefeitura, prove para teu povo sua inocência, se no final deste processo se você não provar que é inocente, culpado será, aí nós vamos te buscar novamente, se ao final de tudo provares ser um homem de bem, com as mãos brancas cor de anil, nós vamos escrever: tirem o nome deste cidadão Elizeu Mattos, prefeito da mais linda cidade do Brasil do livro dos culpados. O tempo, o inexpugnável tempo, falará isso, e aqueles que se inscreveram no pelotão de fuzilamento, por certo ficarão “encarnados” de vergonha. Mas isso não é problema, o pó de arroz tá aí pra isso. Que tenham vida longa os que alimentaram-se do mais poderoso veneno do planeta. Uma composição de: inveja, fofoca, intriga, mentira e patifaria, dá no mais poderoso veneno do planeta: “cianeto sem gelo”. Mas aí Elizeu já será novamente um santo que um dia lhes serviu o pão, desta vez lhes dará o antídoto em suas noites de arrependimento e dor: o perdão.
Quem viver, verá.
A.Ubiratan