
Os membros da CPP que analisa o pedido de impeachment do prefeito Elizeu decidiu que não será necessário ouvir mais ninguém, exceto o prefeito para fechar o relatório final. Marcou para o dia 24, às 14 horas, no próprio local onde ele está detido, no 6º BPM. Mas, antes vai precisar da autorização do Tribunal de Justiça.
Ofício com esse objetivo já foi encaminhado ontem ao comando local da Policia Militar e ao relator do processo no TJ, Ernani Guetten de Almeida. A comissão tem pressa pois, precisa encerrar o processo até o dia 20 de março, quando deverá ser colocado em votação.
Para a cassação do mandato de Elizeu serão necessários 13 votos a favor.
Membros da CPP não quiseram questionar as testemunhas
Acompanhando as oitivas realizadas pela CPP que analisa o impeachment do prefeito Elizeu Mattos, estranhei o fato de que apenas o advogado de defesa questionou as testemunhas. O relator Juliano Polese fez uma única pergunta ao secretário da Administração, Pedro Marcos Ortiz: se ele conhecia as denúncias que pesam contra o ex-procurador do Município, Fabrício Reichert? Pareceu-me que de antemão, já há o entendimento de que tais depoimentos nada acrescentariam ao relatório final.