Das 10 testemunhas arroladas pela defesa do prefeito Elizeu Mattos, para serem ouvidas hoje, pela Comissão Parlamentar Processante, apenas duas compareceram: Kátia Regina Hillmann, aliás Borges, e o secretário da Administração Pedro Marcos Ortiz.
Duas outras mandaram o depoimento por escrito: o senador Luiz Henrique da Silveira e o deputado federal Mauro Mariani.

O vice-governador, Eduardo Pinho Moreira, se valeu do Código Penal e do Código de Processo Civil para marcar sua oitiva para o dia 30 de março, às 14 horas, em seu gabinete, em Florianópolis.
O que disseram elas?
Katia e Pedro Marcos negaram que houvesse qualquer irregularidade na contratação da empresa Viaplan ou na forma como ocorreu o processo.
Pedro Marcos também disse que a contratação emergencial foi acompanhada pelo Tribunal de Contas e mesmo pelo Observatório Social e publicada no Portal Transparência
Afirmou que não houve interferência, seja do prefeito Elizeu ou de qualquer outra pessoa na contratação. E disse que a orientação era para que fosse feito tudo de forma mais correta e transparente possível.
O relator da CPP perguntou se ele sabia a razão do afastamento do Procurador do Município e ele respondeu que não.

Depoimentos por escrito foram abertos e lidos nos horários marcada para as oitivas de cada um
O que disse o senador?
O senador Luiz Henrique escreveu que desconhecia o teor das denúncias que pesam sobre o prefeito. mas, que enquanto seu secretário Regional, da SDR de Lages,teve uma conduta correta, e pautada pela ética.
O deputado Mauro Mariani também disse desconhecer o que pesa sobre o prefeito, e observou: “desde quanto conheci Elizeu Mattos, sempre se mostrou um grande trabalhador pelas causas de Lages”. Não fazendo qualquer referência sobre sua conduta moral.
O que disse a defesa?
O advogado de defesa, Luiz Carlos Ribeiro, questionou a legalidade do depoimento por escrito e sem que lhes fosse formulado nenhuma pergunta por parte da comissão.
Sendo assim pediu para que fossem novamente intimados.