Governador deve mandar projeto da reforma administrativa para a Assembleia

 

A intervenção cirúrgica pela qual o governador Colombo teve de se submeter semana passada, atrasou o enviou do projeto de reforma administrativa para a Assembléia. Isso deve acontecer ainda nessa semana.

 

Dentro da reforma administrativa pretendida por Colombo pelo menos um nome já está definido para compor a equipe, não falando daqueles que devem ficar em seus postos como Antônio Gavazzoni (Fazenda), Derly da Anunciação(Administração) e Eduardo Deschamps (Educação). Pelo menos é a informação que corre nos bastidores do poder.

 

 

Dirce vai para a Assistência Social

 

 

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Colombo vai chamar a deputada estadual eleita pelo PMDB Dirce Heiderscheidt para ocupar a pasta do Desenvolvimento Sustentável e Assistência Social.

 

Inicialmente a ex-secretária dessa mesma área da administração Renatinho, Marli Nacif era tida como uma provável candidata ao cargo. Parece que, encerrado o mandato do PP em Lages, ela mudou-se de mala e cuia para o PSD.

 

Colombo precisa abrir espaço no legislativo para outras acomodações.

 

 

 

Dos secretários que saíram com a desincompatibilização por conta das eleições, estão Valdir Cobalchini (da Infraestrutura) e João Rodrigues (Agricultura). Desses parace que apenas o primeiro poderia retornar ao secretariado – embora o PMDB deseje Mauro Mariani nesse cargo -, mas não ocuparia a mesma pasta.

 

 

 

Parece que João Rodrigues não volta para a Agricultura

 

 

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João Rodrigues que fez a eleição já pensando em se credenciar a próximo governador de SC, embora deseje o retorno à equipe, parece que deve ficar mesmo em Brasília.

 

 

 

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A maior curiosidade é saber quem irá substituir Nelson Serpa, na Casa Civil. Para alguns analistas, – se como dizem, Colombo pretende forcar seu governo nas ações -, as mudanças no secretariado serão pequenas. Contudo, se o faz pensando nas próximas eleições, daqui à dois anos, as alterações serão mais abrangentes.

 

O partido teria como estratégia trabalhar pelo fortalecimento do PSD, possibilitando a eleição do maior número possível de prefeitos (hoje tem 54), preparando caminho para 2018 já que disso dependerá a continuidade ou não da atual aliança.

 

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