O prefeito aguarda uma posição da Defesa Civil Nacional, até terça-feira, para o pedido de liberação dos R$ 3 milhões para se proceder a limpeza da cidade.
Acredita que serão necessárias a retirada de 1.300 a 1.500 cargas para recolher todo o entulho. Esse dinheiro firá diretamente para a prefeitura. Os outros R$ 2,5 milhões que veio para a compra das telhas foram repassado diretamente à Defesa Civil do estado, que fez a compra das telhas.

Quanto as telhas, o prefeito Elizeu explicou hoje que já foram entregues 260 mil unidades, Depois de encerrada a operação inicial, já foram distribuidas mais 15 mil e está chegando mais 20 mil para atender as famílias ainda não contempladas.
Serão atendidas todas que estiverem no cadastro social ou estiveram em condições de vulnerabilidade social. Precisam estar encaixadas nessas condições para receber as telhas. Mas, não ficará nenhuma família que precisa de fato, sem atendimento, garantiu.
O fato de dizer que fez cadastro não significa que vá receber. Precisa comprovar que não tem recursos para comprar.
“Prefiro pecar pelo rigor do que sair algemado da prefeitura”, diz Elizeu ao explicar que o Ministério Público é rigoroso na lizura dos procedimento. Se nos primeiro 10 dias de distribuição de telhas, o Ministério Público liberou para a distribuição mais generalizada, agora o processo passa a ser muito controlado. “As exigências aumentaram”, disse ele.
“Até agora já enchemos uma camionete de relatórios”, diz o prefeito.
Há malandragem? Há, sim!
Conta o prefeito que a Defesa Civil anotou o endereço e o nome de uma pessoa que estava se queixando em uma emissora de rádio que não tinha recebido as telhas e foi até a casa dessa pessoa para confirmar se realmente não tinham passado lá.
Entraram na moradia e encontraram as telhas estavam lá guardadas e a casa continuava com a lona por cima.