Iniciam as especulações sobre as mudanças no secretariado de Raimundo Colombo para esse segundo mandato. Na bolsa de apostas consta que devem continuar os secretários da Educação, Eduardo Deschamps; da Administração, Derly de Anunciação; da Segurança Pública, Cesar Grubba; de Planejamento, Murilo Flores e da Casa Civil, Nelson Serpa.
Isso descartaria a volta de Antônio Ceron para a pasta. Continua no conselho do Badesc, também como estratégia para; retomar daqui a dois anos a campanha a sucessão municipal.
Entre os secretários que podem ainda permanecer, mesmo que ocupando outros postos são: de Saúde, Tânia Eberhardt; da Fazenda, Antônio Gavazzoni; de Turismo, Filipe Mello; de Comunicação, Nelson Santiago e João Rodrigues que deve retomar à pasta da Agricultura.
Entre os nomes divulgados na imprensa como bem cotados para integrarem o primeiro escalão estariam: Júlio Garcia que se aposenta do TCE e pode ocupar a pasta da Infraestrutura, já que parece consenso de que Waldir Cobalchini não permanece no cargo. Essa secretaria também pode ter como titular o deputado federal reeleito Rogério Peninha ou Romualdo França, de Joinville, ambos do PMDB.

Ex-prefeito de Rio do Sul, eleito deputado estadual, Milton Hobis é nome certo no governo
Há ainda Cesar Souza (PSD) que pode até substituir Nelson, na Comunicação; José Nei Ascari, e Milton Hobus, ambos deputados estaduais do PSD , e João Kleinubing, eleito deputado federal pelo partido do governador.
Na quota do PMDB estariam os deputado estaduais reeleitos Aldo Schneider e Moacir Sopelsa, além de Mauro Mariani, deputado federal reeleito.
Na lista dos cotados a secretário estão, portanto dois deputados estaduais do PMDB. Fecha com o que se ouve nos bastidores de que Colombo deve liberar espaço para que o segundo suplente do partido, Fernando Coruja, assuma.
Lages ficaria então com dois representantes na Assembleia. O que nos causa surpresa é a inclusão, nessa lista, do nome de Mauro Mariani, deputado federal reeleito pelo PMDB, que liderava a ala do partido contrário à coligação para eleger Colombo.
Mas, de outro lado, pode representar o compromisso firmado entre os partidos da coligação para garantir a sucessão do governo catarinense ao PMDB. Se for esse mesmo o compromisso, talvez João Rodrigues não retorne à Agricultura, visto que já se coloca desde agora como candidato a candidato à cadeira de governador.