Segundo o colunista Moacir Pereira, a Defensoria Pública vive crise que vai além do âmbito administrativo.
Os defensores públicos abriram guerra contra a direção e pressionam o governador para demitir o Defensor Geral Ivan Ranzolin, o Adjunto Sadi Lima, e o Corregedor George Zacarão, alegando que os cargos eram privativos dos integrantes da carreira.
O que diz o governo?
O argumento do governo é de que a lei que criou a defensoria estabelece um prazo de três anos para que os defensores concusados estejam aptos a ocuparem os cargos de direção.
Como reagiram os defensores?
A Associação dos Defensores Públicos Estaduais entrou, agora, com ação popular para anular a decisão da Assembleia Legislativa que aprovou os nomes de Ranzolin, Sadi e Zacarão, por 35 votos, os atos de nomeação assinados pelo governador, e a consequente escolha dos membros da carreira.
Juiz negou liminar
O juiz de Direito da 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital, Giuliano Ziembowicz, negou liminar na ação popular impetrada pela Associação dos Defensores Públicos de Santa Catarina (Adepesc), contra os atos que fizeram as nomeações.
Reação da direção da defensoria
Os três nomeados reagiram dizendo que vão entrar com ação por danos morais.