Alguns vereadores estão em pé de guerra com o Marcius Machado por causa de uma matéria a respeito da castração de animais de rua. Ele entrou com matéria solicitando uma audiência pública para discutir as políticas públicas de proteção aos animais.
Marcius enfrenta a resistência de seus pares
Alegou-se que essa matéria já foi amplamente discutida e aprovada uma lei do ex-vereador Toni Duarte visando a implantação do castramóvel (que aliás foi assunto defendido também pelos ex-vereadores Antônio Moro e Neusa Zangelini) para rejeitar a matéria. Motivo: não há razão para discutir o assunto. Ao invés disso deveria cobrar do vice-prefeito – de seu partido – Toni Duarte para por a lei em prática.
Após a reunião da Câmara, o vereador narrou o ocorrido no Facebook.
Ocorreu que alguém postou comentário em sua página falando horrores dos vereadores. E alegam que o vereador teria ligado para essa senhora que escreveu solicitando a postagem.
Comissão de Ética
Pelo que sei, na segunda-feira eles vão pedir a quebra de sigilo telefônico de Marcius e aprovar uma comissão de ética para penalizá-lo.
Sinceramente há abusos de ambos os lados. Se for questionar sobre duplicação de matérias não é apenas o vereador Marcius que faz isso. Quantas audiências públicas a respeito do trânsito já foram realizadas? Esse mesmo assunto da castração dos animais já foi tratado inúmeras vezes em outras legislaturas.
Quanto ao comentário em sua página do Facebook quem deve responder é a pessoa que postou. Marcius inclusive já disse que se dispõe em abrir o sigilo telefônico para provar que não solicitou a postagem.
Só atiçando!
Tem vereador atiçando para levar a discussão em frente.
Mas, me diga em que acrescenta essa discussão entre eles? Ao invés de trabalharem pela cidade ficam se engalfinhando!
Tem gente que quer mesmo é ver a Câmara pegar fogo. Mas só servirá para reforçar o descrédito sobre os parlamentares. E para fazer com que essa legislatura entre para a história como a pior em termos de atuação.
Temos de reconhecer que Marcius está sempre presentes nas lutas da cidade. Por que os demais não fazerem o mesmo ao invés de ficarem de conversas ao pé do ouvido para pôr lenha na fogueira.