São Joaquim perdeu sua grande liderança religiosa: monsenhor Blévio Oselame

O monsenhor  Blévio Oselame que estava internado há 15 dias, no Hospital Sagrado Coração de Jesus com um quadro de infecção urinária, faleceu  na manhã desta segunda-feira (5). Seu estado de saúde se agravolu no, domingo, quando entrou em coma e faleceu nesta manhã, apos as 10 horas. O monsenhor Blévio completaria 92 anos no próximo dia 11 de fevereiro. Era natural de Cocal do Sul, quando ainda município de Urussanga.

Ela um líder religioso muito querido na comunidade. Sempre foi um regilioso de opinião e não deixava de registrá-la em seus sermões e homilias.

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Teve um período, quando não existia serviço de meteorologia em São Joaquim, em que era o então padre Blévio a fonte de informação da mídia estadual. Com um potente termômetro alemão e conhecimento a respeito do clima e suas consequência na economia local, sempre estava pronto para das informações a respeito. Foi assim que o conheci.

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Olha ele ai mostrando uma foto da grande nevasca de 1957 que ele acompanhou.

Aliás, também gostava muito de política. Não perdia comícios e reuniões políticas.

 

Calcagnotto diz que primeiro vai esperar para ver como fica o quadro de candidaturas. Por enquanto não retorna a Lages

“Com a saída do governador Raimundo Colombo, acho que o nosso compromisso com o governo também termina. É natural que quem assume coloque as pessoas de sua confiança. A minha função era de contribuir com o governador Colombo”, disse esta semana o secretário do Fundo Social, Celso Calcagnotto.

Na quarta-feira passada ele protocolou seu pedido de 10 dias de férias e no retorno, dia 14, estará se desligando definitivamente da função. Diz que já era para ter deixado o governo ainda no início do segundo mandato de Colombo, mas a pedido dele acabou ficando, apenas por este compromisso pessoal com o governador. Em dezembro do ano passado já estava saindo em férias para depois oficializar seu desligamento, mas foi chamado por Colombo e o próprio prefeito Ceron para resolver algumas pendências com relação às obras em Lages. Agora resolvidas todas elas, está liberado para seguir outros projetos.

No momento não deve retornar a Lages. Na realidade ele está comprometido com o deputado estadual e pré-candidato ao governo, Gelson Merísio. Ele mesmo admite que, se vigorar a candidatura de Merísio como cabeça de chapa, deve permanecer na Capital.

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“Primeiro quero ver quais serão os nossos passos – do governador e do partido -, para ver se é melhor ficar lá ou voltar para cá e de repente poder contribuir de alguma maneira com o prefeito Ceron, se for necessário”, diz Calcagnotto.  Lembra que da outra vez em que foi convidado pelo prefeito Ceron para integrar a sua equipe, no início de seu mandato, “ eu o convenci depois de muita insistência, de que era muito mais útil lá em Florianópolis do que aqui.”

Nos bastidores já se cogita a possibilidade de Celso assumir a pasta (caso seja desmembrada da Administração) ou atuar como executivo da Fazenda, hoje acumuladas nas mãos de Antônio Arruda. Na realidade esta decisão de Calçagnotto marca o início do desmantelamento da República Lageana, no Centro Administrativo.

Com a saída de Colombo, os lageanos que lá estão começam a voltar.

Troca de secretária e dos assessores de confiança

 

O comentário de quem conhece bem a estrutura da Secretaria da Educação é de que estão ocorrendo muitas mudanças com a nova titular da pasta.

Todos os que detinham cargos comissionados e são ligados à secretária anterior, Valdirene Vieira estão sendo substituídos. Isso é bastante comum no serviço público: sempre há uma caça às bruxas a cada troca de comando.

Desembargador Eduardo Gallo é afastado em decisão inédita do TJ-SC

Em decisão cautelar inédita do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, o Órgão Especial composto por 25 desembargadores decidiu por maioria de votos pelo afastamento do desembargador Eduardo Mattos Gallo Júnior, 52 anos, por 140 dias, em sessão realizada nesta sexta-feira (15). No julgamento, 16 desembargadores votaram pelo afastamento e sete foram contrários. Das quatro sindicâncias que o desembargador respondia, três viraram PAD (Processo Administrativo Disciplinar).

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O objetivo da continuidade da sindicância é desencadear mais diligências para apurar a denúncia do advogado Felisberto que acusou o desembargador de cobrar R$ 700 mil para julgar favoravelmente um processo sobre execução de honorários advocatícios. Na ocasião, o advogado chamou Eduardo Gallo de “vagabundo”, “safado” e “descarado”.

Já as outras três denúncias que viraram PAD estão relacionadas ao comportamento do desembargador fora e dentro do tribunal. Ele responde a violência doméstica, a um vídeo onde aparece sem roupa demonstrando agressões sofridas, auxílio jurídico a um servidor e influência na compra de um imóvel comercial.

Caso o PAD não seja concluído em 140 dias, os 25 desembargadores do Órgão Especial voltam a se reunir para decidirem sobre a continuidade do afastamento. Eduardo Gallo tem mais 20 anos de magistratura e tornou-se desembargador neste último ano.

Portal ND

Colombo não descarta a reedição da aliança com o MDB

Na entrevista feita pelo DC na edição de final de semana, o governador Raimundo Colombo se despediu do cargo, uma vez que no dia 16 deve se licenciar para fazer um curso na Espanha. A previsão é de que só volta para renunciar, no dia 7 de abril.

Perguntado se acredita na continuidade da aliança com o MDB, ele respondeu:

" Acho que tudo é possível. Temos que fortalecer o nosso partido, lutar para ter o nosso candidato, mas não podemos fechar as portas para as alianças."

Se nem o governador descarta essa possibilidade….quem somos nós para dizer ao contrário!

Leia parte da entrevista:

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Merísio se reúne com prefeitos e lideranças do PSD na Serra

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Deputado estadual Gelson Merísio realizou encontro em Lages, neste sábado. Reuniu prefeitos, vice-prefeitos e vereadores do PSD e aliados na região, em um almoço na chácara do Banespa.

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 Presentes o prefeito Antônio Ceron, o vice Juliano Polese, o deputado Gabriel Ribeiro.

Objetivo foi de mobilizar as lideranças em prol de sua campanha ao governo. Merísio trabalha para tornar irreversível a sua candidatura.

Fotos: Nilton Wolff

Hospital está sem remédio para tratamento do câncer

Matéria do Correio Lageano informa que desde dezembro, mulheres que fazem tratamento de hormonoterapia, contra o câncer, atendidas pela Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), do Hospital Tereza Ramos, estão com medo de a doença voltar.

Isso porque, elas precisam tomar o remédio Anastrozol e não podem, pois o órgão não está fornecendo. Segundo elas, a informação é que não há prazo para voltar a fornecer. Se fosse barato, até que elas poderiam comprar nas farmácias, porém, o valor do genérico é R$ 660 e o original chega a R$ 900 na rede privada. Esse é o valor de uma caixa com 30 comprimidos, suficientes para um mês de tratamento.

Para não deixar o tratamento de lado, uma dessas mulheres, que prefere não se identificar por medo de represália, contou ao Correio Lageano que sua irmã tem comprado o remédio na farmácia e parcelado no cartão de crédito. “Mas ela não pode fazer isso sempre. Não temos condições e eu não sei mais o que fazer. Tenho medo de o câncer voltar. Precisei tirar uma mama.”