Vereadores cobram do governador a abertura da nova ala do Tereza Ramos

“É esta a nova política que está acontecendo, deixando gente morrer dentro da UPA e a maternidade com 80 leitos sobrando não pode colocar esta gente lá dentro para ser atendida. Gostaria que este governo Moisés fizesse alguma coisa pelo povo. Até agora não mostrou para que veio. Achou melhor aumentar impostos do que atender as pessoas”. Isso foi dito pelo vereador João Chagas (PSC), ao cobrar a abertura da nova ala do Hospital Tereza Ramos. Ele apresentou requerimento pedindo que a diretora do Hospital Tereza Ramos vá à Câmara dar explicações e dizer quando será ativada esta estrutura.

David Moro aproveitou a fala de Chagas para criticar a “nova política, do modus operandi do atual governo do estado que se preocupa unicamente em criar impostos e disse preferir a velha, “onde as coisas aconteciam”.

Diz que ao invés de colocar os novos leitos à disposição da população, fecha as alas em funcionamento. Atribui isso à falta de experiência administrativa do governador Moisés. Os vereadores Maurício Batalha, Lucas Neves, Pedro Figueredo e Amarildo Farias estiveram na semana passada no Hospital Tereza Ramos, quando a diretora levou cerca de meia hora para vir atendê-los.

Lembramos que esta mesma direção já tinha informado que para visitar a unidade era preciso agendar.  A mesa diretora contestou esta normatização dizendo que como representantes do povo os vereadores tinham o direto de visitar e o dever de fiscalizar. Desta reunião com a direção, segundo Amarildo Farias, se constatou que precisam de 800 funcionários para tocar a nova ala e não há previsão de contratação e nem a forma com que isso será feito. “Portanto, até se definir e fazer o encaminhamento do processo vai mais um ano. Podemos esquecer que a ativação da nova ala ocorra antes do segundo semestre do ano que vem”, disse ele.

“Incrivelmente naquele dia em que tivemos lá, no outro dia abriram nove leitos. Por que não fizeram isso antes?” indagou. O presidente Vone Scheuermann sugeriu que os vereadores se unam à Amures e demais instituições e vão a Florianópolis para pressionar o governo. “Nem que tenhamos de contratar um ou dois ônibus para nós irmos”, disse Vone.

 

Deputado marca audiência pública para discutir a respeito da Serra do Corvo Branco

O deputado Volnei Weber solicitou nesta quarta-feira (14), à Comissão de Turismo e Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina, uma audiência pública no município de Urubici. A mesma tem o propósito de levar a debate o atual estado do projeto sobre a pavimentação da Serra do Corvo Branco (SC-370).

De acordo com Weber, o turismo é considerado um dos maiores agentes econômicos do estado, representando mais de 13% do PIB. O roteiro de serras com nossas baixas temperaturas no inverno e nossas belas serras, atraem pessoas de todo país e mundo para conhecê-las.

‘’Somos sabedores do potencial turístico da região serrana. Esperamos do governo, que após os investimentos, a tão sonhada obra aguardada pela região seja executada. Já a audiência será de extrema importância para as pessoas manifestar suas posições, e assim o governo veja a real necessidade’’.

A Comissão de Turismo aprovou o requerimento, e a audiência está marcada para o dia 07 de outubro, às 19 horas em Urubici.

Carmen recebe prefeitos e vereadores em Brasília

Deputada Carmen Zanotto recebeu os prefeitos representantes da Amures e vereadores hoje no gabinete em Brasília.

Prefeito de Cerro Negro, Adenilson Conrado; o prefeito de Bom Retiro e presidente da Amures, Vilmar Neckel; vereador Paulo César Moraes de Bom Retiro; vereador Orley de Souza, de Bom Retiro, além de Selênio. do Cisama.

Convite entregue:

A pedido da Amures a deputada Carmen Zanotto entregou ao Ministto de Turismo, Marcelo Álvaro Antônio o convite para participar da solenidade de comemoração dos 51 anos da associação que acontece no dia 29 de agosto.

Projeto de Marcius foi vetado pelo governador

Foto: Mirella Guedes

“Não faz sentido, sob a ótica da razoabilidade, se restringir o acesso às carreiras da polícia militar por critérios isolados de altura. Há situação onde candidatos são impedidos de ingressarem nas carreiras da PM por diferença de 0,5 cm da altura mínima exigida no edital do concurso. Por fim, acabam judicializando pelo seu direito constitucional de acesso ao cargo público”, disse o deputado Marcius Machado (PL) ao tomar conhecimento do veto do governador Moisés ao seu projeto que altera a altura mínima para homens e mulheres que querem fazer concurso para a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros em SC (para 1,60 m para os homens e 1,55 m para mulheres).

Ressalta que o objetivo de PLC é garantir o tratamento igualitário a todos os candidatos do concurso, como estabelece a Constituição Federal. Segundo o deputado Marcius, é preciso criar alternativas compatíveis com a proposta e então acabar com eventuais desigualdades.  

Pirolli diz que a campanha pela permanência da regional em Lages foi positiva

Foto: Sheila Rosa

O gerente de saúde de Lages, Aloísio Pirolli, esteve na reunião da Acil na segunda-feira e afirmou que apesar da sede da Macrorregional de Saúde da Serra Catarinense ter ido para Joaçaba, o trabalho realizado para permanência da Regional de Saúde e da Regional de Regulação de Leitos Hospitalares em Lages foi positivo.

 “Lages tem umas das melhores regulações hospitalares do estado. O Secretário de Saúde veio a Lages verificar o trabalho que estava sendo feito aqui e com isso garantiu a permanência em Lages da Regional de Saúde e da Regional de Regulação de leitos Hospitalares”, afirmou ele, acrescentando que hoje o estado conta com sete macrorregiões, oito regulações hospitalares e sete regionais de saúde.

Mais um ponto facultativo

Está decretado ponto facultativo nesta sexta-feira (16 de agosto) devido ao feriado municipal da Padroeira (Nossa Senhora dos Prazeres), no dia 15, em todos os órgãos do Poder Executivo Municipal. Ficam exclusas deste decreto as secções que desempenham funções e serviços essenciais ao interesse público, como: limpeza urbana e saúde com a Unidade de Pronto Atendimento 24h, no bairro Universitário.

O calendário escolar do município, aprovado pelo Conselho Municipal de Educação, também prevê recesso em todas as unidades de ensino nesta sexta-feira (16).

Contas de 2017 foram aprovadas pela Câmara

As contas da prefeitura do exercício de 2017 foram aprovadas nesta última terça-feira pela Câmara de Vereadores.

No fim do ano passado o Tribunal de Contas do Estado (TCE) emitiu parecer que apontou um superávit orçamentário de R$ 29 milhões na Prefeitura de Lages em 2017. E, assim, um dos órgãos de fiscalização mais rigorosos do Brasil recomendou à Câmara de Vereadores a aprovação das contas. “Isto representa uma verdadeira onda de notícias econômicas que tem tomado o panorama de pautas positivas no município de Lages, sobretudo no âmbito do desenvolvimento econômico, com a instalação de novas empresas e centenas de postos de trabalho abertos”, ressalta o prefeito Ceron.

Em 2017, o Município propôs um orçamento de R$ 550 milhões, e R$ 541 milhões foram executados, ou seja, 98,41% do orçamento.

Prefeito responde ao relatório da CPI expondo os investimentos feitos na saúde

Nota

A administração do prefeito Antonio Ceron e do vice Juliano Polese tem feito grandes investimentos para melhorar cada vez mais a saúde pública de Lages, bem mais que o mínimo de 15% do orçamento do município exigido pela legislação brasileira. Destaque para ações como a humanização dos atendimentos mediante cursos específicos para os profissionais; o aumento da oferta de medicamentos na Farmácia Básica (em janeiro de 2017, quando a atual administração assumiu a Prefeitura, faltavam nada menos que 98 dos 133 itens da relação de remédios, e hoje o estoque está praticamente normalizado); a redução e até a eliminação da fila de espera por especialidades (oftalmologia, neurologia, angiologia, bucomaxilofacial, cardiologia, cirurgia cardiológica pediátrica, cirurgia ginecológica, cirurgia de quadril, cirurgia geral, mastologia, reumatologia, urologia, psiquiatria, proctologia, nefrologia, pneumologia, geriatria, otorrino, ortopedia, pediatria e nutrição); a disponibilização de exames de alta complexidade (só no mês de julho, por exemplo, foram quase quatro mil procedimentos, com investimentos de R$ 500 mil); a criação, devidamente aprovada pela Câmara de Vereadores, do cargo de direção do Pronto Atendimento Municipalpara administrar as demandas do local; e a retomada das obras de construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas, que em janeiro de 2017 estavam abandonadas com menos de 30% de execução e hoje estão concluídas e servindo plenamente à comunidade. Sobre a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada na Câmara de Vereadores, o prefeito Antonio Ceron aguarda o recebimento oficial dos relatórios para tomar as medidas que considerar necessário.

As recomendações contidas no relatório da CPI do Pronto Atendimento

  • Impossibilidade do funcionamento do Pronto Atendimento na estrutura física que o abrigava antes da inauguração da UPA;
  • Aumentar o número de médicos na equipe de plantão, inclusive na UPA, caso já não tenha sido providenciado;
  • Promover a capacitação efetiva de servidores do PA quanto ao tratamento que devem prestar aos pacientes e familiares destes;
  • Aprimoramento do sistema de regulação de leitos, que não funciona de maneira correta;
  • Formalização de uma análise técnica para detectar as razões e apresentar as soluções do problema que causa a inoperância do sistema de regulação em algumas oportunidades;
  • Criar um protocolo clínico entre os hospitais de Lages e o PA, com o objetivo de impedir situações de divergências de diagnósticos e condutas médicas;
  • Criar um protocolo clínico estabelecendo o tempo máximo para deslocamento de paciente do PA para o hospital, quando do aviso oficial de liberação de leito;
  • Disponibilização de mais ambulâncias e servidores para o transporte de pacientes;
  • Criar um protocolo clínico estabelecendo a obrigação de recebimento de paciente oriundo do PA nos hospitais, quando houver disponibilidade de leitos, mesmo sem a presença de médico especialista na unidade de destino;
  • Correção dos problemas da atenção básica municipal, bem como conscientização das pessoas sobre quais casos deve ser procurada a emergência.