Olivete Salmória
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Questionamento sobre a capela mortuária iniciou ainda na gestão de Amarildo, diz Samuel

O secretário Samuel Ramos diz que “nunca teve intenção de tirar a capela mortuária” do espaço que ocupa junto ao CRAS, no bairro Tributo.

Diz Samuel que “este procedimento administrativo vem desde de a época do secretário Amarildo Farias, quando o hoje assessor do vereador era o presidente do Conselho que queria saber tudo a respeito do terreno”, explicou. O termo de compromisso que foi assinado na época dizia que ali onde está a capela tinha de ser uma área esportiva.

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“Foi o conselho que determinou que a gente encaminhasse para auditoria para saber porque o antigo gestor não passou a decisão da deliberação de ocupação do terreno para o Conselho porque não foi aprovado por ele”, segundo Samuel. Apenas encaminhou pelo conselho, porque é deliberativo e Samuel tem de fazer o que ele determina. O processo não começou com Samuel, mas lá com o Amarildo

O terreno foi doado pelo município à associação, portanto, ele é público. “Não há nenhuma questão de reversão de 20 anos. Desde o início o Chagas sabia do que se tratava, mas ele disse que ia fazer politicagem. Nunca foi solicitado por nós a retirada da capela”, finalizou o secretário.

Quarta, 10 de Abril de 2019 17:54
Escrito por: Olivete Salmória | Última atualização em Quarta, 10 de Abril de 2019 18:00

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