Olivete Salmória
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Por que não podemos ter aqui um porto seco?

Algumas pessoas olharam atravessado com relação a proposta do deputado Marcius Machado (PR) de reivindicar para a Serra, mas especificamente para Lages, a implantação de um porto seco - consiste em um intermodal terrestre diretamente ligado por estradas, via-férrea ou até aérea, sendo um depósito alfandegado localizado em zona secundária (fora do porto organizado).

Ele justifica dizendo que “diversos estados já contam com porto seco, em Santa Catarina possuímos um em Itajaí que possui grande movimentação, porque não na Serra? Somos uma região que oferta passagem até as capitais dos estados vizinhos”, diz. De fato, desde o início do projeto de construção do aeroporto regional de Correia Pinto, se falou nesta possibilidade.

As nossas lideranças regionais e até mesmo o ex-governador Raimundo Colombo também sustentava esta ideia. Mas não sabemos o que aconteceu neste meio tempo, porque antes mesmo da licitação para as obras do acesso ao aeroporto, indagado a respeito, Colombo já dizia da impossibilidade disso acontecer.

A sentença veio quando ele mesmo anunciou a implantação de um porto seco no aeroporto de Jaguaruna. Sempre se contabilizou a favor de Lages a sua localização geográfica privilegiada: está em uma área central do estado e por aqui passam duas importantes rodovias (BR 116 e BR 282) que, aliada ao fato de contar com um aeroporto regional, favorecia a instalação deste terminal de cargas. Este aliás são os argumentos usados pelo deputado.

A dificuldade para a implantação destes porto seco acontecer está justamente no fato de que o nosso aeroporto regional já nasceu defasado. Com uma pista de apenas 1.800 metros (30 de largura), perdendo até para a estrutura atual do de Jaguaruna, o aeroporto não permite o pouso de aviões maiores, de cargas. Mas, a ideia do deputado Marcius não pode ser simplesmente descartada. É preciso ir em busca de melhorias para que este aeroporto realmente se viabilize, e porque não, seja dotado das condições necessárias para se transformar neste porto seco.

Comentários  

 
#4 Carlos de Lima e Sil 01-03-2019 15:35
Uruguaiana no Rio Grande do Sul possui o maior Porto seco da América do Sul , e seu aeroporto não é maior do que temos em Lages. Falo com autoridade pois sou uruguaianense. Além do que Lages está geograficamente melhor posicionada do que a minha terra natal. Não consigo entender o porquê da necessidade de um aeroporto diferente do que possuímos. Isto está mais e com cheiro de boicote
 
 
#3 Nevio S. Filho 28-02-2019 18:25
Não temos produção alguma para quê um porto seco.
 
 
#2 LAGES empreendedora 28-02-2019 14:13
A inveja mata!
 
 
#1 LAGES empreendedora 28-02-2019 14:12
Por que o Sr. Colombo não vai cuidar das suas fazendas. Foi rejeitado pelas urnas. Se tivesse tanta competência e ideias boas teria se mantido no poder não acham? Poderia com sua experiência administrativa dar aulas na Uniplac (trabalhar), se é que tem estudos, e voluntariamente porque já ganhou bastante dinheiro nas costas do cidadão de SC. Essas matérias pagas pra encher linguiça está derrubando a credibilidade desse importante veículo de comunicação.
 

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