Olivete Salmória
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Vereador Lucas pediu o fim do cartão corporativo

O vereador Lucas Neves defendeu esta semana a extinção do cartão corporativo utilizado pela prefeitura. Apresentou uma moção legislativa sugerindo que o prefeito Antônio Ceron avalie a real necessidade da ferramenta, levando em conta aspectos morais e econômicos.

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 Trouxe o assunto à tona com base no uso polêmico do cartão por parte alguns funcionários comissionados do poder executivo. “Se não combatermos os privilégios, não atenderemos aos anseios da população”, disse o vereador. 

 

A matéria foi rejeitada, por sete votos a cinco, e não será nem encaminhada ao prefeito. Votaram a favor do encaminhamento da moção, Lucas Neves, Jair Júnior, Moisés Savian, Ivanildo Pereira e, Osni de Freitas e Bruno Hartmann, Maurício Batalha e Vone Scheuermann, se abstiveram.

Lucas explica que não existe uma lei regulamentando o cartão, apenas um decreto. “Sei que é para dar agilidade, mas pelo visto, alguns não sabem o utilizar. E, para que toda a nuvem de dúvida que existe sobre o uso do cartão possa ser dissipada a nossa sugestão ao prefeito é que seja extinto até que o pessoal aprenda a utilizá-lo e faça uma avaliação do custo-benefício”, disse Lucas.

Para sustentar este posicionamento o vereador lembrou o recado das urnas, dizendo que temos de combater os privilégios, pois sem isso, não estarão atendendo os anseios da população. É exatamente isso, não se aceita mais que se mantenha tais privilégios, tanto que tem até governador eleito recusando morar nos palácios mantidos com o dinheiro público.

É bom destacar que a proposta vem da própria base do governo Ceron, uma vez que o seu partido, o PP, integra a administração. “Não estou dizendo que não é moderno, que não é transparente. Não estamos discutindo isso. Estou aqui na Câmara a quase dois anos e nunca tirei uma diária e tenho feito várias viagens. Não considero uma virtude, mas uma obrigação durante do que a população tem exigido: uma postura nova dos políticos e quem não estiver disposto a ter esta nova postura, se não cair fora a própria sociedade vai tirar fora nas urnas”.

Tem toda razão o vereador. Para o vereador Bruno Hartmann, não há necessidade de extinguir o cartão, “só punir, dar um puxão de orelha para quem está usando errado”. A atitude do executivo tem sido uma só em todas as reclamações: abrir processo administrativo. E, que nunca dá em nada!

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