Olivete Salmória
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Denúncia de que a prefeitura não está fazendo os repasses devidos à Apae

O advogado Kiko Ranzolin está fazendo uma denúncia bastante séria através do portal OnNews a respeito do repasse dos recursos da Apae:

"Dada à urgência, entendo ser importante falar sobre o que vem acontecendo com a APAE local. Sim, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, entidade com fins não econômicos que tem por missão acolher e atender pessoas que se encontram, na grande maioria das vezes, em situação de vulnerabilidade, por conta de sua condição especial.

Não fosse a APAE, a vida dos portadores de necessidades especiais que lá convivem, bem como a de seus familiares, com certeza, seria muito mais difícil. Além do conhecimento e da capacidade técnica comprovados, ali se distribui atenção, compreensão, carinho e afeto àqueles que, por conta da sua condição, muitas vezes são segregados do convívio social, seja por ignorância ou por dureza do coração! Pode até existir, e acredito que exista, lugar que distribua amor ao próximo igual à APAE, mas não mais que o que eles dedicam!

Bem, por conta da sua competência específica, adquirida no curso de sua história, a APAE passou a realizar várias atividades que vão além de sua missão inicial, que era a de um centro de convivência dos excepcionais, realizando agora procedimentos, por exemplo, na área da educação e da saúde.

Uma vez que tais ações eram de competência da União, esta, como forma de custear tais despesas, repassa à APAE valores que, apesar de insuficientes, suprem boa parte das demandas.

É bom destacar que, na saúde, por possuir a famigerada “gestão plena”, o município de Lages atua nesse processo, como intermediador, sendo mero repassador do recurso.

Ocorre que, sabe lá Deus o motivo, apesar de receber da União, a Prefeitura de Lages não está repassando o tão necessário dinheiro à APAE, em clara retenção indevida, para não dizer outra coisa, de recursos que não lhe pertencem.

E pior, isso vem acontecendo no mais absoluto silêncio, com a conivência de setores da sociedade que conhecem da situação e que têm por obrigação tomar providências. No entanto, tratam disso de maneira leniente. Com a palavra o Ministério Público que, bem eu sei, tem conhecimento do fato.

Não se trata de denuncismo, mas sim de buscar a correção de algo que vem acontecendo contra os menos afortunados, que podem ver cessar, a qualquer hora, serviços que lhes são vitais."

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