Olivete Salmória
salmoriaolivete@gmail.com


Parceiros

 

251.jpg

 

unnamed_18.jpg

 

Arquivo

 
Pedido de impeachment do vice foi arquivado por 9 votos contra quatro

Por 9 votos favoráveis e quatro contra, foi rejeitado o pedido apresentado pelo vereador Jair Júnior pedindo o impeachment do vice-prefeito Juliano Polese. Ele aponta a improbidade administrativa porque a prefeitura manteve contrato – e ainda com dispensa de licitação –com a empresa da sogra do vice, a Conexão Automotiva. A lei proíbe a contratação de empresas de parentes dos gestores, seja prefeito, vice e secretários.

Insisto em lembra que isso já custou a cassação de prefeito da região. Foi esse o motivo de que levou a cassação do prefeito José Maria Branco (PSDB) de São José do Cerrito. Em uma situação emergencial ele contratou a oficina do irmão para consertar trator da prefeitura.

Os votos dos vereadores e suas justificativas:

Lucas – “O vice-prefeito é do mesmo partido que eu e a gente tem algumas questões de nossa vida que não mudam independente de partido. Entendo que temos de apurar qualquer tipo de irregularidade. Por isso eu vou votar favorável a abertura deste processo porque, até onde a gente recebeu informações, não haveria possibilidade de irregularidades. Então se não há irregularidades que se investigue e se dê amplo direito de defesa”.

Filício_ “No madato passado tivemos aqui o pedido de impeachment do prefeito Elizeu e eu votei a favor do Elizeu e vou pagar o mal fazendo o bem. Vou votar contra!”

Jean Pierre_ “Meu voto é contrário Sr. Presidente!

Bruno_ “Sou favorável a abertura do processo. Que se apure os fatos e que se cumpra a lei”.

Maurício_ “ Primeiro eu sempre me posicionei, mesmo na CPI do Natal da Infelicidade, que foi uma CPI infeliz. E todos nós vimos os desdobramentos que tiveram nesta casa, inclusive com conflitos internos de vereadores. Dois relatórios! Uma CPI malfadada por falta de condições de investigação. Nenhum nem outro relatório serviu para nada porque o Ministério Público deu outro encaminhamento. Sugiro que seja encaminhada ao Ministério Público a peça para se talvez se não houve um serviço continuado de outros anos. Pode até ter tido uma ilegalidade mas em virtude de outros serviços já prestados em outras gestões. Acredito que nós temos de ter cuidado e assim eu tenho me postado nesta casa, e não atirar ao vento o nome das pessoas sem condição técnica para uma investigação mais aprofundada e imparcial. Me posiciono contra a investigação e sugiro o encaminhamento ao Ministério Público.”

Gerson_ “Pela experiência que tivemos de outras CPIs acredito que a gente não tem as condições de avaliar tais denúncias. Acredito que é o papel do Ministério Público. Hoje é não!”

Vone- “Virou moda nesta casa de querer cassar os outros. Mas não temos poder de polícia, não tem poder de Ministério Público. Lembro que na época que denunciaram o Elizeu eu falei aqui que nós tínhamos que esperar o Ministério Público concluir seus trabalhos para mandar para esta casa, para esta casa tomar as providências. Qualquer coisinha é cassação, cassação e cassação. Esta pessoa quer aparecer tanto: coloque um nariz de palhaço e suba no poste. Meu voto é contra!”

Figueredo – “Temos de votar é por melhorias para a cidade”. Meu voto é não!

Ivanildo – “Acho que não deveria ser nós a decidir. Não podemos abrir uma CPI se não tivermos certeza de podermos julgar. Voto não!

Bugre – “Vou ser sincero: fui um dos primeiros vereadores a ser julgado aqui. A democracia pede para ser favorável e eu vou ser favorável sim.”

Moisés – “Este tema do impeachment é um assunto muito caro para nós do Partido dos Trabalhadores. A investigação não seria um processo que iria atrapalhar um governo porquer se trata do vice-prefeito. Meu voto é favorável. ”

Marcelo- “Sou bacharel em teologia e tenho uma filha formada em direito e eu consultei ela. Ela disse que a primeira denúncia deveria ser no Ministério Público. Obedecendo esta orientação eu voto não!”

David- “Haja visto que esta empresa já vinha de tempos anteriores, não foi colocada agora porque o vice prefeito colocou. Por isso não vejo nenhum motivo para nós estarmos punindo-o. Meu voto hoje é não!”

O vereador Jair Júnior se absteve de votar por ser o autor do pedido.

O vereador Luiz Marin, presidente da casa não estava presente e a vereadora Aidamar Hoffer não votou porque estava presidindo a sessão.

Fontes ligadas à Câmara de Vereadores informam que antes da sessão aconteceu uma reunião fechada entre os vereadores e teve gente que quando entrou estava decidido a votar a favor do processo de impeachment e quando saiu já tinha outra posição, uma vez que viu atendido seus pleitos.

Quarta, 05 de Setembro de 2018 02:39
Escrito por: Olivete Salmória | Última atualização em Quarta, 05 de Setembro de 2018 15:41

Adicionar comentário

Código de segurança
Atualizar Código