Olivete Salmória
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Indicação geográfica para a maçã produzida em São Joaquim em debate

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A Epagri e o Sebrae realizam sexta-feira (6) o I Workshop de Indicação Geográfica (IG) para a Maçã da Região de São Joaquim. O evento acontece entre 8h30min e 13h, no auditório da ADR.

Esse será o primeiro contato oficial da cadeia produtiva da maçã com o conceito de Indicação Geográfica, explica Marlon Francisco Couto, gerente regional da Epagri em São Joaquim. A Indicação Geográfica é uma forma de valorização do produto de uma região ou território, cuja procedência adquiriu notoriedade em decorrência do modo de fazer, das características ambientais locais e outros fatores. O champanhe é um exemplo clássico de IG.

No ano passado a Epagri já iniciou análises científicas das maçãs produzidas na região. “É preciso provar que as frutas daqui têm características que as diferem das de outras regiões, para justificar o pedido de uma IG”, esclarece Marlon.

 

Santa Catarina já conta com a IG do Vales da Uva Goethe. Ainda neste ano deve sair a IG para a Banana Corupá. O processo para obtenção de Indicação do Queijo Artesanal Serrano depende apenas da avaliação do INPI. A Epagri também vem produzindo os estudos necessários para as IGs da erva-mate do Planalto Norte catarinense, dos vinhos de altitude e do mel de melato da bracatinga. O milho crioulo, o alho, a cebola a farinha de mandioca e o arroz são outros produtos apontados pela Epagri como potenciais Indicações Geográficas.

Quarta, 04 de Julho de 2018 15:52
Escrito por: Olivete Salmória | Última atualização em Quarta, 04 de Julho de 2018 15:58

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