Olivete Salmória
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Tudo se desenha para livrar o Vone e cassar o mandato de Jair, por incrível que isso possa parecer!

O promotor Jean Pierre Campos, em seu despacho no último dia 7 de maio, no caso Vone, pediu à prefeitura providências para impedir que sejam realizados contratos com parlamentares, sejam eles pessoais ou por meio de empresas.

Pede ainda encaminhamento de documentos e diz que “a omissão poderá implicar na instauração dos procedimentos administrativos competentes e a detonação das ações cíveis respectivas. A recomendação também serve, segundo o promotor como instrumento formal de comunicação do ilícito”. Conforme colocado por Jean Pierre, não se contesta de que a prefeitura estaria irregular ao contratar o maquinário do vereador Vone. Agora só nos resta saber quais serão as penalidades além de sustar o contrato que, aliás, foi firmado no ano passado.

Me parece inconcebível que uma vez constatado o ilícito, o promotor resuma sua ação em apenas recomendar que não passa mais. Já nem se fala em sustar porque o contrato foi firmado e executado no ano passado. Não há no despacho sequer a reparação pecuniária do ilícito.

Acostumados a ver amiudamente ações muito mais determinantes por parte do Ministério Público por questões muito menos graves do que esta, causa-nos espécie que neste caso tenha agido como um pai amoroso que, pegando seu filho em falta, o chame para um canto e faça-o prometer nunca mais cometer o mesmo erro. Jean Pierre Campos foi muito condescendente neste caso.

Muito mais flagrante injustiça se cometerá se na Câmara, este mesmo despacho ajudar Vone a livrasse de uma cassação, mas assistirmos de outro a penalização de Jair Júnior por ter a ousadia de incluir o nome do Secretário Mário Hoeller de Souza, na lista da CPI da Infelicidade por peculato culposo. E olha que não é tão impossível assim que isso aconteça.

Há quem diga que a relatora do processo contra Jair Júnior também deseja que seu colega de bancada seja defenestrado da Câmara. Na sexta-feira a vereadora Aidamar Hoffer ouviu seis pessoas para elaborar o relatório que deverá apresentar já na semana que vem à mesa da Câmara. Entre as pessoas ouvidas estão os membros da CPI: João Chagas, Bruno Hartmann e Ivanildo Pereira, além do autor do pedido de cassação, Marião, além de Carolina Vaz e o funcionário da prefeitura Jhonatan Ozório Silveira.

 

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