Olivete Salmória
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Ceron avisou aos executivos que eles têm autonomia em suas áreas

Não é de hoje a observação de que os executivos que respondem pelas pastas que foram aglutinadas na reforma administrativa de Antônio Ceron que para enxugar as secretarias, vivem na sobra dos secretários titulares e ficam até engessados na tomada de decisões.

Há por outro lado, dificuldades para um só secretário gerir duas áreas, as vezes muito diversas. Com a reforma quatro secretarias foram acopladas: da Administração e Finanças, do secretário Antônio Arruda; do Planejamento e Obras, de Claiton Bortoluzzi; da Assistência Social e Habitação, de Samuel Ramos e Desenvolvimento Econômico e Turismo, Mário Hoeller de Souza.

Em algumas pastas os executivos nem aparecem e em outras se sentem amarrados porque temem passar por cima dos secretários. 

Na semana passada o prefeito Ceron deixou bem claro que os executivos das áreas, como Ênio do Vime, na Habitação e Luís Carlos Pinheiro, do Turismo, têm autonomia para trabalhar. “E, se eles não sabem que têm autonomia estão sabendo agora”, disse Ceron.

 

Reforma administrativa será apenas para fazer alguns ajustes de atribuições

Admitiu que em certos casos há uma dupla definição dos cargos e de atribuições na estrutura organização da prefeitura. E admite que isso tem de ser corrigido o que  será feito na reforma administrativa a ser enviada à Câmara no início de fevereiro.

Observa que há situações a serem definidas na Diretran, na Semasa e Secretaria de Obras, no que se refere a dupla atribuição. Para melhor explicar citou o dito popular: “cachorro com três donos morre de fome. E nós temos casos de até três donos”, disse.

No Diretran e Secretaria de Obras tem um que compra, outro que guarda e outro que faz. ”Temos de mudar esta estrutura”, diz o prefeito. São ajustes apenas e, no bojo da reforma, não há intenção de extinguir, desmembrar ou compactar secretarias.

Diz também que há pastas sobrecarregadas como de Obras. Na reforma, a execução de esgoto pluvial será passado para a Semasa (no que tange à manutenção) e a Secretaria de Obras só ficará responsável pelo esgoto pluvial das obras em execução.

Ceron descarta qualquer mudança da equipe, embora não negue a possibilidade de algum desfalque por iniciativa próprio do secretário. Se diz satisfeito com o desempenho de todos, embora alguns recebam críticas. Há que se lembrar que quando montou a equipe insistiu na tese de que não nomearia ninguém que não pudesse tirar.

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