Olivete Salmória
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Merísio disse que a função dele é construir o ambiente político eleitoral do partido

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Uma eventual dissidência de lideranças do PSD para compor o DEM faz parte de uma estratégia de campanha?

Gelson Merísio - Não, não faz parte de estratégia política nenhuma. A nossa estratégia política é fortalecer os que já estão conosco (PP, PSB, PROS, PDT, Solidariedade, PSC, PRB e PV). No entanto, é legítimo que filiados em nosso partido tenham caminho alternativo. Mas, não com nosso incentivo e, muito menos, com nosso apoio.

 

Há quem diga que teria a mão do próprio governador neste fortalecimento do DEM.

Gelson Merísio - Se tiver, coisa que não acredito, é a mão dele, não do PSD.

 

O senhor está trabalhando as estratégias eleitorais em conjunto com o governador?

Gelson Merísio - O governador tem uma missão árdua que é conduzir um governo em um momento de crise econômica, na saúde e na segurança pública. Esta é a prioridade dele. A minha, é construir o ambiente político eleitoral do partido. Há que se respeitar os tempos. No momento oportuno ele vai ter a importância na tomada de decisões.

 

A posição do governador Colombo terá peso na hora de compor as alianças e a chapa?

Gelson Merísio - Peso têm todas as lideranças do partido:  o governador, os prefeitos das grandes cidades, os deputados estaduais e federais. Todos devem e serão respeitados, mas no seu momento oportuno.

 

O senhor tem conversado com as lideranças como João Rodrigues e João Paulo Kleinübing que estariam propensos à dissidência?

Gelson Merísio - João Rodrigues é da minha região estamos semanalmente juntos. Não há nenhum conflito ou divergência. Até porque eu sou o candidato do governador e o João gostaria de ser candidato a vice ou a senador. É evidente que os dois não cabem em uma chapa. Com ele há unidade de pensamento. Com relação a João Paulo, tem uma candidatura a deputado federal que está sendo reservada a ele, na região de Blumenau. Ele tem o tempo necessário e o direito necessário para caminhar como bem entender.

 

Acha que a homologação da sua candidatura será tranquila?

Gelson Merísio - Isso será em agosto do ano que vem. Muito antes disso nós teremos um quadro definido. Espero que ainda este ano. Decidido para que se tenha um processo novo, tranquilidade e segurança para compor com os demais partidos aliados.

 

Qual é a decisão do partido com relação a renúncia do governador?

Gelson Merísio - Esta é uma decisão unilateral de quem exerce o mandato. Todos que são eleitos, são eleitos para quatro anos. Antecipar esta data é uma decisão pessoal. Se perguntado o que eu preferia. Eu preferia que o governador concluísse seu mandato para poder entregar uma missão completa. Respeito, compreendo e acho importante para o estado que ele possa representar SC como senador. Acredito que é o que vai acontecer.

 

O fato do governador trazer os deputados do PSDB para o governo – Leonel Pavan e Vicente Caropreso – foi já visando uma aliança futura. Acha que o PSDB estará junto com o PSD o ano que vem?

Gelson Merísio - Não houve nenhuma intenção que não fosse o de construir. O ex-vice governador está fazendo um belíssimo trabalho na área do esporte e o Vicente está fazendo um bom trabalho na Saúde em um momento de crise da economia. Esta é a área que mais sofre com a crise.

 

O que se ofereceria para os tucanos na composição de uma aliança?

Gelson Merísio -Quando se quer construir uma aliança não pode ter espaços definidos. Tem de manter as portas abertas para o diálogo. Temos quatro posições para serem ocupadas. Gostaríamos que a de governador fosse utilizada pelo PSD. Nós dependemos da decisão do governador Raimundo Colombo. Se ele renunciar, evidentemente teremos duas vagas em aberto: uma de vice e outra de senador. Se ele não renunciar, restam três. Este entendimento só pode ser feito depois de março. Se no quadro nacional tivermos uma candidatura do PSDB, é logico que aqui teremos uma reciprocidade inversa: o apoio do PSDB à uma candidatura do PSD.

 

 

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