Olivete Salmória
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PSD deixará o governo quando Colombo renunciar no ano que vem

Das lideranças estaduais e dos candidatáveis ao governo, apenas a presença do presidente estadual do PSD e o pré-candidato ao governo, deputado Gelson Merísio esteve na abertura dos Jogos Abertos.

Ele está em pleno périplo eleitoral e incansáveis negociações para compor o cenário político favorável a sua candidatura. Hoje, como principal nome do partido, tem ofuscado outras lideranças que não visualizando espaço dentro do PSD, ensaiam até uma revoada em outros ninhos.

A essa possível dissidência de algumas lideranças do PSD ele responde com indiferença, entendendo que cada um deve procurar o seu próprio caminho. Tanto é assim que faz questão de manter o PSD sob seu controle. Não tem se reportado nem ao próprio governador Colombo, que segundo ele está com tarefa demais administrando o estado para se ocupar das eleições ou do partido, neste momento.

A convenção para renovação dos diretórios do PSD era para ser em maio, mas já antecipa que deve haver prorrogação dos mandatos. Significa dizer que permanecerá no comando durante as negociações eleitorais. Para ele é uma “ferramenta útil que ajuda na organização do processo”

Merísio faz questão de observar que se dependesse dele Raimundo Colombo não renunciaria.

Obviamente que, sendo governo, seria mais fácil a campanha à sucessão, principalmente porque deverá ser muito curta dentro deste novo modelo. Uma vez Colombo renunciando, o PSD sairá do governo junto com ele “de forma oficial”. Por respeito ao próprio PMDB para que ele monte, no período eleitoral, o seu time.

“Não há nisso nenhum desrespeito, nenhuma deslealdade. Não seria legítimo que permanecêssemos nos cargos”. O questionei quanto ao modelo de administração que pretende implementar no estado caso eleito. Sustentou que de forma alguma será um governo de continuidade.

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O governo de continuidade teve o Raimundo com o do PMDB. No meu caso será um governo com nova aliança e outras práticas, de profundas transformações e dentre elas estaria a mudança radical da forma de ocupação dos cargos públicos e de indicação destes servidores”.

Cita como exemplo o que fez na Assembleia, onde reduziu de 828 funcionários para menos da metade. Faz questão de ressaltar que não vai ai nenhuma crítica da forma como foi feito até aqui, e que agora vivemos outros tempos.

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