Olivete Salmória
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Está difícil de acertar a mesa da Câmara. Aidamar quer ficar com a vice-presidência

Somente depois da sessão estar em andamento por quase uma hora é que a presidente Aidamar Hoffer assumiu a presidência das Mesa, ainda contendo o choro. Isso aconteceu na sessão ordinária de segunda-feira.

 

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Até então foi o vereador Maurício Batalha, primeiro secretário que estava conduzindo os trabalhos. O vice- presidente Luiz Marin, o segundo vice-presidente, João Chagas e o líder do governo, Gerson dos Santos, também estavam ausentes e só neste momento se fizeram presente em plenário.

Pelo que consegui apurar, eles estavam discutindo a composição da nova mesa diretora que deverá ser eleita até o dia 15 do mês que vem, quando então a Câmara entra em recesso de final de ano, só retornando em fevereiro. Qual foi então o motivo do choro? Ocorre que pelo acordo firmado, nos primeiros dois anos o PSD e PP se revezariam na presidência e vice.

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No primeiro ano foi eleita Aidamar Hoffer (PSD) de presidente, com Luiz Marin (PP) de vice. Agora será a vez do PP assumir a presidência, com Luiz Marin. A vereadora Aidamar entende que ela então renunciaria à presidência para assumir como vice. Mas, no entendimento de Marin, o acerto é que assumiria um vereador do PSD, sem deixar claro quem seria. Ao que parece a preferência dele seria pelo vereador Gerson.

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Na eleição que conduziu a vereadora Aidamar à presidência ficou acordado que no terceiro ano seria eleito João Chagas (PSC) e ficaria o último ano para Maurício Batalha (PPS) ou Bruno Hartmann (PSDB). Há dúvida se o acordo terá forças para não se romper até 2019 e o próprio Chagas, temendo que seja rompido, também gostaria de garantir agora seu lugar à mesa.

A atual presidente está sozinha em seu pleito, e sendo assim, caiu no choro, pois não é fácil depois de experimentar tanto poder, deixar a mesa diretora.

Principalmente porque disse que não tem vocação para atuar como vereadora da situação, já que foi sempre pautada por uma atuação firme em defesa de algumas bandeiras, como dos professores, por exemplo.

A menos que, deixando a presidência, seja chamada para assumir, de direito, a Secretaria da Educação.

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