Olivete Salmória
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Nota sobre o Complexo Ponte Grande...

 

Quero aqui fazer uma explanação a respeito do alagamento em parte do novo condomínio Ponte Grande, um dos mais belos do Brasil em sua concepção:

Na época da aquisição do terreno para construção das casas (era exigência do Governo Federal que as futuras casas ficassem na região) foram feitos estudos e pesquisas atendendo uma  solicitação da CEF com cotas históricas daquela área em relação às enchentes e ficou comprovado que que lá (local do condomínio) nunca houve inundações. Mesmo assim, quando da preparação  da área, foi elevado  o nível do terreno.

Acreditamos que com as obras terminadas  e a abertura do  Túnel Liner, embaixo da  linha férrea, não teremos mais este problema, pois, dificilmente haverá represamento de água desta magnitude. Ninguém imaginaria  tanta água assim  como nos últimos dias e que isso ocorreria. O que acontece e está acontecendo em Lages é inédito em chuvas. Conheço lugares onde nunca na história a água chegou e hoje encontra-se alagados.

O ponto positivo é que aquela região está em obras e com elas concluídas -  desassoreamento do Rio Ponte Grande, mais o túnel embaixo da ferrovia para o desague no Rio Caveiras - isto não deverá mais acontecer.

Se o município logo no início de 2013 não tivesse adquirido um novo terreno para  a realocação das famílias atingidas pelas obras e ficasse esperando a solução do terreno na Ferrovia  (ideia inicial para a  construção das casas que é de propriedade da União e que até hoje não foi resolvido),  a obra da Ponte Grande não teria sido iniciada,  pois,  trata-se de um conjunto de  serviços tais como: habitação, saneamento e infraestrutura, e exatamente por isso, é chamado Complexo Ponte Grande. Não teríamos mais nem convênio com o Governo Federal na questão de recursos e muito menos qualquer tipo de obra, sendo que a parte habitacional é o menor custo em relação ao complexo como um todo.

O que temos de fazer é exigir a retomada urgente das obras, visto que até em um passado  recente elas estavam em andamento . E, é bom que se diga que ali naquela região o represamento  é do rio Ponte Grande  e não do Caveiras ou do Carahá.

Com o desassoreamento do rio  e, uma nova passagem através de uma nova obra de arte, tendo em vista que a galeria lá existente torna-se ineficiente com volumes excessivosde precipitação e, ainda mais, com qualquer tipo de obstáculo , como o que  foi  constatado nestes dias  com o acúmulo de lixo, entulho,  além do assoreamento da obra na entrada do desemboque no rio Caveiras e mesmo com a enchente , o Rio Caveiras está entre 1,5 a 2 metros abaixo do nível do Ponte Grande.

O projeto Ponte Grande é um todo, quando foi pensado e planejado foi com objetivo de reduzir significativamente as enchentes que já ocorriam  na região, por isso há a necessidade da retomada das obras e sua conclusão, mostrando sua  viabilidade e o resultado positivo planejado  e esperado. Quero aqui deixar claro com esta explanação que não houve em momento algum,  irresponsabilidade por parte dos gestores da administração passada.

O Complexo Ponte Grande, com suas obras totalmente finalizadas, será um condomínio moderno e absolutamente seguro, tornando-se referência em qualidade de vida. Basta apenas executar rigorosamente as obras ainda pendentes e, efetivamente, efetuar as ações necessárias para cumprir, com isenção e dignidade, a sua real finalidade.

P.S.: Seguem fotos do Rio Caveiras no lugar do desague do Ponte Grande, as mesmas foram tiradas no dia de ontem (06.06).

Atenciosamente,

Carla Reche

Executiva de Comunicação

Gestão 2013/2016

 

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Quarta, 07 de Junho de 2017 21:49
Escrito por: Olivete Salmória | Última atualização em Quarta, 07 de Junho de 2017 22:01

Comentários  

 
#2 Alexandre 08-06-2017 13:52
Só queria saber uma coisa. De quem era o terreno, quanto custou?
 
 
#1 Robson Alberi 08-06-2017 01:42
Eu passei muito tempo de minha infância e juventude nesta região e sempre quando chovia forte esta área sempre alagava, do mesmo nivel que ai esta. Então não venham agora com uma justificativa desta de que foi feito um estudo da área, e dizer que não alaga. Então quero deixar bem claro que errou os técnicos da caixa econômica e os gestores do município. Que em sua gestão passaram o tempo todo mentindo pra população. E agora vem novamente com papo furado de que estudaram a área. Ai fica minha pergunta quem vai pagar a conta.
 

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