Queda de árvores na avenida Carahá

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Foto: Jota Damasceno

Com a chuva desta manhã de quinta-feira, houve a queda de algumas árvores ao longo da avenida Carahá.

 

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Foto: Becker

Defesa Civil teve de ser rápida para desobstruir a pista.

Todo o cuidado é pouco pois o solo está encharcado.

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Foto: Vantuir Rech

Esta outra árvore caiu no bairro São Miguel, em frenta a empresa Idaza.

É preciso pensar em solução…..

Tanto os prefeitos Paulo Duarte, na década de 1983, como Décio Ribeiro em 1997, assim como Antônio Ceron agora, iniciaram suas administrações enfrentando situação de cheias, com todos os problemas decorrentes que já conhecemos.

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Os alagamentos em Lages não são de hoje. Já foram feitas algumas tentativas de retirada das famílias residentes nas áreas de risco. Inclusive, o bairro Gralha Azul já resultou da retirada das famílias do Morro Grande. Mas, os alagamentos vão muito além das áreas comumente mapeadas e se espalham por muitos bairros. Sem contar que tirando uma, outra família ocupa seu lugar.

 

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Mais que a retirada, o importante é impedir sua ocupação. Vários prefeitos também tentaram pôr fim às cheias retificando o Rio Caveiras, onde as águas represam, como os prefeitos Fernando Coruja no início de 1993, como depois o Renatinho em 2010, e foram obras grandes e caras, mas que se mostraram igualmente insuficientes. É preciso compreender que na medida que a cidade cresce, a tendência é aumentar também o problema, com a ocupação desordenada.

 

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De fato, já é tempo de se mobilizar por medidas mais eficazes. A começar pela revisão do plano diretor levanto em conta o problema. Não conheço, mas dizem que já existe estudo na Semasa, resultante do esforço de oito engenheiros; há ainda o projeto defendido pelo vereador Gerson dos Santos e o engenheiro Caetano. É hora de se tomar todos eles e se focar em uma única e eficaz solução. O que se teme é que, passado o susto e a volta das famílias às suas casas, a questão seja tomada como não tão urgente e a medidas vão sendo adiadas até caírem no esquecimento ou até que uma próxima enchente venha reaviar a memória dos governantes.

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A julgar pelo discurso de alguns vereadores, na sessão de segunda-feira, as soluções parecem fáceis. O vereador Vone, por exemplo, diz que “nem precisa ser engenheiro para saber do que precisa”. Que só não acabou com os alagamentos na Avenida Brasil porque não deixaram, “por pura inveja”, porque os tubos já estavam lá , mas acabaram sendo retirados.

Garante que com R$ 1 milhão e duas semanas de serviço resolve o problema do Sagrado Coração de Jesus, um dos primeiros bairros a ser atingido nas chuvas fortes. “Salvador da Pátria” que já teve oportunidade de fazer e não fez. Mas, quem sabe, na audiência pública que está sendo proposta na Câmara, pode ser o começo de um movimento que nos leve a medidas mais concretas. Se não ficar apenas no campo do discurso.

Coruja diz que Colombo ainda tem tempo de realizar obras para conter as cheias

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O deputado Fernando Coruja ocupou a tribuna da Assembleia para chamar a atenção do governador do estado, Raimundo Colombo, sobre o grave problema que várias regiões de Santa Catarina enfrentam e especialmente a população de Lages.

 

"O governador que até agora não conseguiu cumprir os seus compromissos de campanha – promessas feitas aos lageanos, precisa ajudar as pessoas que estão enfrentando essa tragédia e também precisa ajudar a prefeitura a implantar as obras necessárias para resolver o problema. Sabemos que isso exige investimentos que o município não tem condições de arcar", disse Coruja ao mesmo tempo em que criticou a demora do governador em visitar a região atingida pela enchente. 

Coruja lembrou que quando assumiu a prefeitura de Lages,  na década de 90,  o problema das enchentes na cidade era uma constante e ele realizou uma grande obra para mudar essa realidade: eliminou a curva mais fechada do Rio Caveiras, que represava as águas do Carahá.

"Foi uma obra importante, mas não conclusiva para a solução do problema. Novos investimentos precisam ser realizados e o governador, reeleito, ainda tem tempo pra isso", ressaltou Coruja.  

Interdição da SC 110 na serra do Panelão. Problema da BR 282 é complicado

 

 

O Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) informa que na manhã de ontem (8), foi necessário interditar a rodovia SC-110, na Serra do Panelão, em Urubici, devido a uma rachadura que pode resultar em deslizamento da pista.

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Engenheiros especialistas já estão estudando o problema para a recuperação, que só poderão ser iniciadas após a melhora do tempo.

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Fotos:  Fabrício da Silva/Radio Gralha FM

 

O trecho está sinalizado, e o Deinfra pede que curiosos se mantenham afastados devido ao iminente perigo. Não há prazo previsto para liberação do trânsito. A orientação aos moradores e turistas de Urubici é para utilizarem a SC-114, que liga Lages a Bom Jardim da Serra, para ter acesso ao município.

 

Problema na BR 282 é complicado

 

A queda de barreira e rachaduras na pista no km 253, da BR 282, sentido São José do Cerrito, mostram que a situação lá é bem mais complicada do que se imagina.

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Toda a área próxima está sofrendo erosão ou deslizamento

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Fotos: selita/ Revista Expressiva

 

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Ainda nesta manhã, ocorreu novo deslizamento de terra sobre a pista, engolindo o gabião.

 

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E, as fissuras só estão aumentando….

428 pessoas desabrigadas em Correia Pinto

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O Rio Canoas 7,58m acima do nível normal.

 

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Situação as 16h desta quarta-feira, no Bairro Nossa Senhora Aparecida, N.Sra. do Rosário e Rio das Pombas em Correia Pinto.

 

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Segundo a Defesa Civil: foram atingidas 182 residências

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428 pessoas desabrigadas.

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142 pessoas alojadas em salões paroquial.

Marco regulatório começou a ser discutido

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“Temos um grupo de pessoas trabalhando exaustivamente este assunto para entender a Lei do Marco Regulatório e dar início às ações que são necessárias por parte do poder público”, disse o vice-prefeito, Juliano Polese durante a audiência realizada para discutir o Marco Regulatório.

 

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A meta segundo Polese, é profissionalizar a relação do poder público e as organizações da sociedade civil independentemente do tipo de afinidades que existam entre as duas partes.

“Temos de trabalhar de forma técnica e com segurança jurídica e não mais como antes, onde se conveniava com todo mundo e não se pagava ninguém”, defendeu.

O assessor de assistência social da Amures Lauro dos Santos diz que “este é um debate permanente que devermos travar e amadurecer entre as entidades públicas e as organizações da sociedade civil. O que buscamos acima de tudo é o fortalecimento dessa relação, onde quem ganha é a comunidade”, reiterou Lauro dos Santos.

Fotos: Oneris Lopes

Travessia elevada em frente ao Hospital Infantil

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A Secretaria de Planejamento e Obras, em conjunto à Coordenação de Segurança e Trânsito/Diretran, está implantando uma lombada de travessia elevada em frente ao Hospital de crianças, em ambos os sentidos das pistas de rolamento.

A previsão é que o serviço seja concluído ainda nesta quinta-feira (8).

Foto: Carlos Alberto Becker

SC 112, em Rio Rufino, está interditada

 

 

 

O Departamento Estadual de Infraestrutura de Transportes (Deinfra) informa que a rodovia SC-112, entre o município de Rio Rufino e a BR-282, na Serra Catarinense, está totalmente interditada no Km 238 devido ao alagamento completo da pista, com uma lâmina de aproximadamente 80 centímetros de água.

Nota sobre o Complexo Ponte Grande…

 

Quero aqui fazer uma explanação a respeito do alagamento em parte do novo condomínio Ponte Grande, um dos mais belos do Brasil em sua concepção:

Na época da aquisição do terreno para construção das casas (era exigência do Governo Federal que as futuras casas ficassem na região) foram feitos estudos e pesquisas atendendo uma  solicitação da CEF com cotas históricas daquela área em relação às enchentes e ficou comprovado que que lá (local do condomínio) nunca houve inundações. Mesmo assim, quando da preparação  da área, foi elevado  o nível do terreno.

Acreditamos que com as obras terminadas  e a abertura do  Túnel Liner, embaixo da  linha férrea, não teremos mais este problema, pois, dificilmente haverá represamento de água desta magnitude. Ninguém imaginaria  tanta água assim  como nos últimos dias e que isso ocorreria. O que acontece e está acontecendo em Lages é inédito em chuvas. Conheço lugares onde nunca na história a água chegou e hoje encontra-se alagados.

O ponto positivo é que aquela região está em obras e com elas concluídas –  desassoreamento do Rio Ponte Grande, mais o túnel embaixo da ferrovia para o desague no Rio Caveiras – isto não deverá mais acontecer.

Se o município logo no início de 2013 não tivesse adquirido um novo terreno para  a realocação das famílias atingidas pelas obras e ficasse esperando a solução do terreno na Ferrovia  (ideia inicial para a  construção das casas que é de propriedade da União e que até hoje não foi resolvido),  a obra da Ponte Grande não teria sido iniciada,  pois,  trata-se de um conjunto de  serviços tais como: habitação, saneamento e infraestrutura, e exatamente por isso, é chamado Complexo Ponte Grande. Não teríamos mais nem convênio com o Governo Federal na questão de recursos e muito menos qualquer tipo de obra, sendo que a parte habitacional é o menor custo em relação ao complexo como um todo.

O que temos de fazer é exigir a retomada urgente das obras, visto que até em um passado  recente elas estavam em andamento . E, é bom que se diga que ali naquela região o represamento  é do rio Ponte Grande  e não do Caveiras ou do Carahá.

Com o desassoreamento do rio  e, uma nova passagem através de uma nova obra de arte, tendo em vista que a galeria lá existente torna-se ineficiente com volumes excessivosde precipitação e, ainda mais, com qualquer tipo de obstáculo , como o que  foi  constatado nestes dias  com o acúmulo de lixo, entulho,  além do assoreamento da obra na entrada do desemboque no rio Caveiras e mesmo com a enchente , o Rio Caveiras está entre 1,5 a 2 metros abaixo do nível do Ponte Grande.

O projeto Ponte Grande é um todo, quando foi pensado e planejado foi com objetivo de reduzir significativamente as enchentes que já ocorriam  na região, por isso há a necessidade da retomada das obras e sua conclusão, mostrando sua  viabilidade e o resultado positivo planejado  e esperado. Quero aqui deixar claro com esta explanação que não houve em momento algum,  irresponsabilidade por parte dos gestores da administração passada.

O Complexo Ponte Grande, com suas obras totalmente finalizadas, será um condomínio moderno e absolutamente seguro, tornando-se referência em qualidade de vida. Basta apenas executar rigorosamente as obras ainda pendentes e, efetivamente, efetuar as ações necessárias para cumprir, com isenção e dignidade, a sua real finalidade.

P.S.: Seguem fotos do Rio Caveiras no lugar do desague do Ponte Grande, as mesmas foram tiradas no dia de ontem (06.06).

Atenciosamente,

Carla Reche

Executiva de Comunicação

Gestão 2013/2016

 

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