Última reunião dos prefeitos

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Apresentação de relatório das atividades do ano, confraternização e revelação de “Amigo Secreto” marcaram na manhã deontem, a última assembleia de prefeito da Amures.

 

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O evento aconteceu na chácara do prefeito eleito de Ponte Alta, Carlos Moraes, na localidade do Salto Caveiras, em Lages. E serviu também para despedida dos prefeitos da atual gestão.

 

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Fotos: Oneris Lopes

Paulo Farias agradeceu ao prefeito eleito Carlos e a esposa, Ilse Moraes que abriram a chácara para receber os atuais prefeitos. A secretária executiva da Amures, Iraci Vieira de Souza fez prestação de contas agradeceu aos prefeitos pela confiança nela depositada quando foi indicada para o cargo em substituição a Gilsoni Albino.

Dos atuais prefeitos da região da Amures, apenas três se reelegeram (Urupema, Correia Pinto e Rio Rufino) e dois fizeram sucessor (Capão Alto e Cerro Negro).

Diplomação em Capão Alto

 

 

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Foi diplomado no final da tarde desta quinta-feira, o prefeito eleito de Capão Alto, Luiz Carlos Alves de Freitas, a vice-prefeita Rita Silvânia Costa e os nove vereadores vitoriosos no pleito passado.

 

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Fotos: Oneris Lopes

A solenidade aconteceu no salão da igreja e foi presidida pelo juiz Juarez Rush e o Promotor de Justiça, Neuri Rafael Krahl.

 

 

Homenagem a Renatinho

 

 

 O prefeito Renatinho recebeu em seu gabinete, ontem, o presidente da Federação das Empresas Transportadoras de Cargas do Estado de Santa Catarina (Fetrancesc), Pedro Lopes.

 

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Ele, juntamente com o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte e Cargas, Osvaldo Piloni, o presidente da Associação Comercial e Industrial de Lages, Luiz Spuldaro e o empresário Genir Stormowsk entregaram uma placa homenageando o prefeito.

 

O motivo foi a doação de um terreno e o os incentivos concedidos pela prefeitura para a construção de uma unidade do Serviço Social do Transporte (SEST) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT).

Caso Sinotruk

 

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“Não vou me pronunciar a respeito do terreno da sinotruk antes de receber a avaliação que foi solicitada à Caixa Econômica.”

Elizeu Mattos

 

Prefeito eleito, ao responder a indagação a respeito de seu posicionamento em relação à desapropriação do terreno de Índios.

Caso Sinotruk

 

 

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“Estamos tratando do terreno da Sinotruk. Mesmo que demore meses ou um ano, o importante é que ela venha.”

Jurandi Agustini

Secretário Regional ao informar que está sendo considerada também a possibilidade de aquisição de outro terreno para viabilizar a instalação da empresa.

Câmara vai devolver dinheiro

 

 

 

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O presidente da Câmara, Anilton Freitas disse que em breve irá divulgar o resultado do esforço feito para conter os gastos do legislativo. Ele até antecipou a informação que “para ajudar nesse propósito, teve vereadores que praticamente não gastaram nada”.

 

A promessa de Freitas era de devolver mais de um milhão, dos R$ 7,5 milhões que a Câmara tinha direito de repasse. Particularmente não acho que tenham de ter feito grande esforço para gastar “apenas” R$ 6,5 milhões em um ano.

Publiquei na coluna do CL

 

 

 

Terça-feira foi um dia de despedida

para os vereadores não reeleitos

 

Na última sessão da Câmara nessa 16ª legislatura que se finda,  seis dos 12 vereadores se despediram, já que não retornam ano que vem: Toni foi eleito vice-prefeito; Gean Vargas não concorreu à reeleição; Lore, Luiz Amorim, Môro e Neusa não se reelegeram. Da bancada do PP apenas Elói Bassin retornará. Rodrigo Silva ficou na primeira suplência e vai assumir a vaga de Mushue Hampel que foi designado Secretaria do Meio Ambiente. Rodrigo volta na condição de vereador da situação e líder do governo na Câmara.

 

“Fim da linha” para Lore

 

O vereador Lorenil Borges, o Lore, diz que encerra aqui sua participação política depois de 22 anos de dedicação às causas comunitárias. “É o fim da linha para mim”, disse ele. 

 

Amorim e Môro querem voltar

 

Os vereadores Luiz Amorim e Antônio Môro, ambos do PP prometem retornar  daqui a quatro anos. “Quatro anos passam depressa, portanto é um até breve”, disse Môro que não se conforma com a derrota diante do trabalho que realizou, elencando os projetos. “Perdemos a batalha, mas estaremos agora, como cidadão, acompanhando e cobrando da nova  administração”, disse Amorim, lembrando ao vereador Toni, que “agora passa a ser vidraça”.

 

Neusa reclama das “forças ocultas”

 

Se Môro e Amorim manifestaram o desejo de voltar, o mesmo não acontece com a vereadora Neusa Zangelini. Desiludiu-se com a política e considera um ciclo de sua vida que se encerra.. E citou as razões: “a política é feita de articulações e eu não sou muito habilidosa com  isso”. Sem contar que “forças ocultas” também agiram para lhe atrapalhar a eleição e o “partido lhe faltou”. 

 

Elói diz que o partido faltou

 

Até mesmo Elói Bassin admitiu a falha do PP, que “não deu muito apoio aos colegas que não conseguiram se eleger”. Também falou da “falta de habilidade política” da bancada, cujos membros não aderiram a campanha pela manutenção das 12 cadeiras no legislativo. Se tivessem se posicionado a favor  teriam sido vitoriosos, como foram os vereadores Marcius Machado e mesmo Aidamar Hoffer, disse Bassin.

 

Gean cuidará dos negócios da família

 

Já Gean Vargas, único a ficar fora da disputa desse ano, lembrou que devido a perda recente de seu sogro, mesmo que tivesse concorrido e eleito, “não sei se não teria de renunciar para poder atender meus compromissos,” já que terá de tocar os negócios da família.

Juiz solta André Rau

 

 

 

Agora a pouco o juiz Ariovaldo Ribeiro da Silva concedeu o alvará de soltura de André Rau Ávila.

 

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Vai aguardar em liberdade, mas não poderá sair da comarca.

 

Segundo o que alegou o juiz, não há mais necessidade de mantê-lo preso porque todos os réus e testemunhas já foram ouvidos. Está tudo concluído e pronto para a decisão final.

 

Decisão deve sair hoje

 

 

 

O PSC deve se reunir hoje para fechar posicionamento se será situação ou oposição na Câmara de Vereadores.

 

Se for situação, vai compor a mesa da Câmara, com direito a indicar o presidente no terceiro ano da legislatura.

 

No primeiro ano ficaria Anilton Freitas (PTB), no segundo estaria Marcius Machado (PPS), no terceiro Vone ou Chagas (PSC) e no quarto o PMDB, com Gerson ou o David.

 

 

 

 

Publiquei na coluna do CL

 

 

 

Nem o diretor do hospital, nem o

secretário usou de meias palavras

 

“Cabe na cabeça de alguém que o secretário deixe de pagar para ficar com recurso em caixa? Está na hora das pessoas sentarem e tratarem a saúde com responsabilidade. Gostaria de não estar aqui anunciando o aumento do repasse ao hospital, mas quero crer também que quando a gente passa os recursos para o hospital tenha certeza de que os recursos estão sendo bem aplicados e que não é para pagar honorário de advogados, que não é para comprar ameixa seca, Elma Chips, frutas cristalizadas e nozes sem casca, etc. Que não é para pagar serviços da Unimed, como está aqui na prestação de contas”, disse o secretário de Finanças, Walter Manfrói, quando esteve na Câmara, segunda-feira, para esclarecer a situação do pagamento do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres. 

 

 

Segundo Walter é muito mais fácil quando “as partes sentam para chegarem a uma conclusão” e admite que ficarão restos a pagar, mas há situações que não dependem do secretário de Finanças. “Nunca nos negamos a prestar qualquer informação”, sustentou ele, lembrando que nunca serão resolvidas as questões da saúde, pois cada vez as necessidades são maiores e os recursos menores. Fez inclusive um comparativo com o que foi repassado nos últimos anos e que comprovam que esse ano será repassado um milhão a mais do que no ano passado. 

 

 

Canísio diz que secretário é mágico

 

Mas, o diretor do hospital, Canísio Winkelmann não se intimidou, tanto que observou: “o secretário de Finanças deve ser mágico. É uma competência dele próprio fazer o jogo de palavras para confundir a real situação”, disse. “O hospital não está cobrando nada mais do que aquilo que foi contratado: se foi contratado para fazer um prédio de seis andares não vai receber por um prédio de seis andares. Então caberá ao secretário de Finanças dizer à comunidade quem vai e quem não vai ser atendido. O pagamento do serviço prestado é uma responsabilidade de quem detém o cargo. Será que não consegue ler o que está no contrato de gestão?” completou ele.  Só aí dá para se ter uma ideia em que nível foi tratada a questão das dívidas para com o hospital.

 

 

 

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“Ele fala em sentar-se à mesa para negociar. Mas, onde? Em que lugar? Nunca se consegue. O prefeito de Lages nunca recebeu a direção do hospital em toda a sua gestão. Isso que é um dos maiores empregadores (quase 500 funcionários) dentro do município. Parece que estamos recebendo um favor de receber aquilo que foi contratado.”

Canísio Winkelmann

Diretor do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, ao falar a respeito da falta de repasses de verba por parte da Secretaria da Saúde.