Fazendo uma análise da Festa do Pinhão desse ano, a prefeita Carmen Zanotto observou
“Para o ano que vem, que no mínimo, se repita o sucesso desse ano. No mínimo!”
Além disso, ela promete resolver as pendências em Brasília que impedem a capitação de recursos para o evento. Existem pendências na prestação de contas da Fundação Cultural que tomou recursos federais e não prestou as contas devidamente e que impedem hoje de tomar novos recursos federais ou captar recursos junto às empresas.
Outra questão que entra na avaliação da prefeitura, por sugestão das pessoas que participaram do Recanto do Pinhão é a possibilidade de construção de um boulevard no calçadão. Carmen também está estudando a possibilidade de se tabelar a cobrança dos estacionamentos, porque em alguns deles chegaram a cobrar até R$ 100,00.
Outra questão que a prefeita levantou foi a cobrança abusivas dos motoristas de aplicativos. Disse que se constatou que eram todos de fora de Lages que vieiram para cá para explorarem a festa.
4 anos já se passaram e pendências na prestação de contas da Fundação Cultural continuam!!!
O teatro também fechou há 4 anos.
Pergunta:
Porque não fazer desapropriação do Tamoio ou do Marrocos???!!
É de se lamentar que não será nessa gestão, quiçá em um futuro muito distante….
Com a situação financeira do país, depois das eleições vai ter muita quebradeira.
Vamos torcer pra pelo menos termos festa, nem que seja uma igual do ano passado que foi simples mas não teve muitos gastos.
A iniciativa privada regula-se naturalmente. A hora que o poder público tiver um pavilhão próprio ao estilo Oktoberfest, a coisa ficará menos salgada aos participantes, memo assim nunca faltará público, nem turistas, a marca é forte, e foi consolidada lá atrás por gente vocacionados e de talento. Os frutos são colhidos ate hj, o que é bem feito torna-se legado. O problema foi que nós últimos anos em Lages , mudou-se o foco, e aventuras mal executadas por pessoas despreparadas, ofuscaram a Festa. Ela é antes de mais nada uma vitrine de negócios, divulgação da cidade, do Estado, etc. Tudo foi feito e projetando por pessoas de visão , voltada também para o empreendimento do feito e para o mundo de negócios, antes havia até leilões de animais. Lá atrás houveram pessoas que fizeram a Festa virar “Festa Nacional do Pinhão”. De algumas administraçoes pra cá, subiram no poder ” uns boi de botas c/ vendas nos olhos, e muita criatividade, pro errado, e acabaram c/ a Fests. Tds achando que o setor público é fazenda, não só c/ relação a festa, mas todo o Paço, e encheram a Prefeitura de pseudocoroneizinhos (comissionados), e pseudocapatazes (contratados), salvo exceções, e que aqueles que lograram êxito em concursos, os servidores de carreira, os que ganham bem menos, e são responsáveis por tudo. Esses últimos deveriam ser tratados como os “peões ” do Fazendao públicode Lages. Resumindo na prática, acabaram c/ a meritocracia no setor público, o que não acontece só em Lages. Tudo isso, gera precarização dos serviços públicos, em tds as áreas s/ exceções. O servidor de carreira ou sai das prefeituras ou cruza os braços, já que os comissionados c/ raras exceções, são despreparados pra maioria dos serviços. O resultado está aí , falta de tudo na cidade, área industrial, parque de eventos, desenvolvimento, infraestrutura, modernização em todos os setores da administração pública e da cidade. Resultado tds pereceram c/ esse descaso, principalmente o cidadão comum que paga a conta, os empresários, enfim todos perdem. O setor público como fomentador do desenvolvimento, virou cabides de empregos, praticamente em todas as cidades pobres de SC e Brasil.