Governador repassou 2 milhões para a festa

O governador Jorginho Mello destacou os investimentos do Governo do Estado para o município e o potencial turístico da Serra catarinense. “Essa festa é a coroação de tudo isso: a força do povo lageano, a beleza dessa região que orgulha a todos nós. Aproveitem essa festa para celebrar a amizade, a família e a Serra Catarinense”, disse Jorginho Mello. O governador também frisou que o Estado estará presente em todos os dias do evento, por meio das suas forças de segurança, trabalhando para que tudo transcorra com normalidade.

O Estado ainda apoia a realização do evento com o repasse de R$ 2 milhões. O cheque simbólico foi entregue pelo governador à prefeita Carmen Zanotto.

“Eu quero agradecer ao governador Jorginho Mello e toda sua equipe de governo pela presença e pelo apoio não só à nossa festa, a gente sempre pode contar com a mão estendida deste governo em todas as outras áreas, a exemplo dos recursos anunciados hoje aqui”, agradeceu a prefeita, que também fez o convite para que todos os catarinenses conheçam e visitem Lages durante a festa.

5 comentários em “Governador repassou 2 milhões para a festa”

  1. A Festa do Pinhão teve seus alicerces lá no parque nos idos de 1965. Assim como a Expolages um símbolo do que dá certo na cidade de Lages. Tudo idealizado e realizado, a muitas mãos, desde o início. Foi uma vitória da estrutura social e organizacional, dentro da maior cidade do Planalto Serrano, o embrião daquela que já foi, segundo o Google, a segunda maior festa de SC, atrás apenas da Oktoberfest. O lageano sempre caprichou na sua origem histórica c/ a Festa do Pinhão não seria diferente. Desde as taipas construídas pelos nativos, frutos da miscigenação, caboclos, bandeirantes Paulista, Xoklengs, Kaigangues, negros, portugueses, e outros europeus que migraram posteriormente do RS. Assim nasceu Nossa Senhora das Lajens, através de bandeirantes portugueses vindos de SP. A festa é de todos, feita por muitos, inclusive elementos de municípios vizinhos, que já administraram a organização da então Festa Nacional do Pinhão. Não podemos apagar a história, e contra fatos não há argumentos. O poder econômico e político vieram bem depois, de algumas edições , e hj querendo pra si todos os “louros”. Normal em regiões empobrecidas, economicamente e depois culturalmente, inclusive, pessoas que não sabem a própria história da cidade. Contudo a população não é cega. Entende que a economia e a divulgação da cidade, mesmo c/seus erros e acertos, passa pelo crivo do turista, aquele que visita, que vê o que a população calejada já acostumou e acha até normal. Turista, esse importante elemento, pra qualquer lugar do mundo, muitos que viajaram toda SC, boa parte do Brasil e mundo, aquele que traz grana e divisas, até pra Lages. Boa festa Nacional do Pinhão a tds os participantes, e que esta festa seja próspera pra cidade, seus habitantes, um divisor de águas da sociedade serrana, e da população lageana, “sem demagogia”, principalmente c/ os impostos do contribuinte , nem c/ pai (adotivo) da criança ou importado, mesmo pq a festa já tem 36 anos! As 34 edições anteriores a trouxeram até aqui. A Festa da cidade, significa um legado se perpetua no tempo, independente de quem é ou não é o prefeito, a grana é da população (res pública)

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