Hobus reafirma que o PSD terá candidato ao governo em 2022. Não dá de duvidar que seja o próprio Colombo

Em almoço nesta terça-feira, o deputado estadual Milton Hobus, presidente do PSD-SC, o ex-governador Raimundo Colombo e o ex-prefeito de Blumenau Napoleão Bernardes mostraram que estão em sintonia. Eles definiram metas para o trabalho da sigla em Santa Catarina e reforçaram que o partido terá candidato ao Governo do Estado em 2022.
As lideranças, porém, adiantaram que a ideia agora é debater um projeto para Santa Catarina, pensando na eficiência, na desburocratização da máquina pública e na competitividade da economia catarinense.
“Vamos escolher o candidato junto com o nosso time no início do próximo ano. Neste momento, não estamos preocupados em adiantar nomes. Também não estamos preocupados com alianças políticas neste momento. A população não quer mais esse jogo de toma lá, da cá”, destacou Hobus.
A opinião do parlamentar foi corroborada por Colombo, que acrescentou a importância do debate de propostas fundamentais para o desenvolvimento de SC.
“As ideias abrem as estradas e os nomes vão liderar a caminhada”, destacou o ex-governador ao se referir que é o momento de mostrar aos catarinenses a importância de bons projetos para a gestão pública.
Napoleão acrescentou ainda que a sociedade não aceita mais esse jogo de poder em que o principal objetivo é fazer alianças políticas:
“Como o nosso presidente sempre diz, vamos discutir princípios e valores da gestão pública, qualificando nosso time em todas as cidades”.
Ainda sobre candidato a governador em 2022, Hobus afirma que o PSD tem um excelente time, de grandes prefeitos, e a experiência do ex-governador Raimundo Colombo, que fez o Estado “atravessar de pé” a maior crise econômica do país. Hoje, a sigla tem 41 prefeitos, 35 vices e 365 vereadores.

8 comentários em “Hobus reafirma que o PSD terá candidato ao governo em 2022. Não dá de duvidar que seja o próprio Colombo”

  1. Meu voto não leva se for esse talzinho o candidato, outro que não larga a teta, Raimundinho, Moisés, Amim, tudo farinha do mesmo saco, não levam meu voto nem que a “vaca tussa”.

  2. Tudo que o partido almeja e disse na matéria, o ex desgovernador, não fez nem fará. Quem não é afeito ao estudo, a evoluir, deve ficar onde o eleitor escolheu, sem mandato, em sua fazenda na Coxilha Rica. Deve calçar os chinelos, e assistir essa agremiação de trapalhões, que eles chamam de partido, acabar, aposentando todos os coroneis, inclusive os da empobrecida Serra Catarinense, deixando todos fora da política catarinense pra sempre….

  3. A era pós-colombina (1989 para cá), foi desastrosa para Lages em todos os sentidos… TODOS… más sempre há quem goste do retrocesso, do atraso, da mesmice…

  4. Concordo com o Rui, que a era pós-colombina foi um desastre, fruto obviamente do que foi plantado durante a era Colombina! Economia estagnada, apenas com uma fonte, a madeira, que acabou! Tivemos durante o período colombino uma falta de inteligência absurda, onde não se teve coragem, ou falta de interesse prá diversificar a economia! Uma cidade endividada, onde os sucessores viveram seus mandatos pagando contas, uma região rica de tudo, mas pobre de representantes, o resultado nem poderia ser diferente, o retrocesso! Uma pena….Lages não merecia isso

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