Algumas ponderações sobre o combate ao Coronavírus

Pelo deliberação dos prefeitos na reunião remota ocorrida ontem (31), nem havia necessidade de perder tempo. Dizer que não é contra o tratamento precoce, desde que seja com receita médica é o mesmo que nada. Acho que falta coragem para tomar uma atitude mais proativa, especialmente neste momento em que chegamos, ou estamos chegando, no pico da pandemia.

Vejo que o governo estadual está fazendo sua parte distribuindo respiradores e abrindo leitos de UTI. Talvez não o suficiente, mas está fazendo. O governo federal, da mesma forma está enviando recursos aos municípios para que enfrentem esta crise.

Enquanto isso as prefeituras ficam no abre e fecha do comércio, como se isso fosse resultar em alguma coisa. Somente este último decreto do prefeito Ceron foi realmente importante para o combate ao coronavírus. Mas, mesmo assim contém algumas medidas puramente desnecessárias, como o fechamento de shoppings e supermercados aos domingos, E o fechamento das lojas mais cedo nos dias de semana. Ora, se eu não posso ir ao supermercado no domingo, eu irei no sábado, causando maior aglomeração. Está certo multando os que não utilizar a máscara, multando quem provoca aglomeração, mas não quanto ao fechamento de comércio, pois isso é inócuo.

Em entrevista à uma rádio local, o ex-prefeito e médico Décio Ribeiro, chegou a chorar ao defender que se faça a prevenção com a distribuição de remédio ivermectina. Se não há remédio para combater o Covid-19, temos de usar o que temos, mesmo que sua eficácia não seja 100% comprovada. Não podemos ficar só contabilizando os mortos. Vamos buscar o exemplo em outras cidades, como Itajaí, e, pelo menos, tentar conter o a discriminação da doença. Creio que dinheiro para isso existe!

8 comentários em “Algumas ponderações sobre o combate ao Coronavírus”

  1. Vi entrevista do Dr.Décio, acho que nao está muito certo da …, pois nao precisava fazer aquela choradeira, se acha que tal remédio é bom, porque o efeito é só no achômetro pois não tem resultado comprovado, não necessitava fazer aquele teatro ridículo para defender o medicamento. Vá lá e defenda dentro de seu conhecimento e teses.

  2. Em Itajaí a mortalidade passa de 400 por milhão de pessoas. Em Joinville e Fpolis, onde não distribuem verifico, o índice é menos da metade. O Décio devia ler mais.

  3. Eu e minha esposa contraímos o vírus, e no início dos sintomas tomamos azitromicina e ivermectina, graças a Deus sentimos poucas complicações, não tivemos dificuldade respiratória que eu acho que é o pior dos sintomas, e estamos recuperados, dizem que essas medicações não servem para isso, mas não interessa, cada um faz aquilo que acha melhor.

  4. Na minha casa estamos todos tomando regularmente ivermectina desde maio/2020 e gaD – sem efeitos colaterais e o vírus chinês/político/dinheiro – não nos contaminou até agora.
    Não tem vacina, vai Ivermectina, Etiópia é exemplo de uso e apesar da miséria, sem lockdown, população metade da do Brasil, lá menos de 200 óbitos e infectados muito pouco.
    Então, dai-lhe Ivermectina e hidroxicloroquina e seja o que Deus quiser..

  5. A parte da entrevista do Dr. Décio em que ele chora foi vergonhosa e ridícula. Ele realmente acredita que o tratamento precoce, sem comprovação alguma, possa impedir mortes. É como se as mais de cinco mil mortes diárias pelo mundo ocorressem porque os médicos querem, é como se as dezessete mortes em Lages ocorrem porque os infectados não tomam ivermectina no primeiro dia de sintoma. É o cúmulo da irresponsabilidade que um médico insinue isso.
    Além disso, uma pessoa formada em medicina acreditar que um antiparasitário possa prevenir infecções virais, meu deus! Hora de se aposentar.

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