Rio Rufino já resolveu o seu problema de destinação do lixo

O antigo lixão a céu aberto em Rio Rufino foi convertido a um sistema de triagem e aproveitamento de resíduos.

Até pouco tempo, 100% do lixo coletado no município era depositado a céu aberto. Depois passou a ser destinado ao aterro sanitário de Lages, a um custo de cerca de R$ 14.5 mil por mês. O volume de resíduos oscilava entre 26 e 28 toneladas por mês. Segundo Antônio Márcio Pereira, responsável pelo setor de destinação de resíduos sólidos urbanos e rurais da secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, aquela situação “incomodava” o prefeito Thiago Costa. Foi buscado apoio do Consórcio Intermunicipal de Meio Ambiente – Cisama e várias ações formam desencadeadas.

“O prefeito reuniu a equipe da secretaria e lançou o desafio de darmos uma destinação sustentável dos resíduos”, lembra Antônio Marcio Pereira. E o primeiro passo foi criar a Associação de Catadores Matas e Cascatas. Em seguida a prefeitura destinou uma área anexa ao antigo lixão para construção do galpão de armazenagem, triagem e separação dos resíduos.

Após a liberação dos licenciamentos ambientais, a associação iniciou atividades e hoje, cerca de 60% dos resíduos coletados são reaproveitados. “Além da questão ambiental, o impacto econômico é significativo. Baixou de R$ 14.5 mil para R$ 9 mil mensal”, afirma Antônio Marcio Pereira.

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