A sentença de um juiz de primeiro grau, sobretudo graças ao STF, nunca é um desfecho, é uma mera proposta, um rascunho, um esboço do que pode vir a ser, anos no futuro, caso confirmado. E nesses anos se formam um verdadeira “bolsa de decisões”: se reforma, se anula, se recorrer, se restaura, se avoca, se suspende… Há muito anos os juízes não servem ao povo, mas servem ao sistema, ao Ministério Público, ao Estado.
Não se se surpreendam, portanto, se um condenação de grande repercussão virar nada em alguns dias.
A sentença de um juiz de primeiro grau, sobretudo graças ao STF, nunca é um desfecho, é uma mera proposta, um rascunho, um esboço do que pode vir a ser, anos no futuro, caso confirmado. E nesses anos se formam um verdadeira “bolsa de decisões”: se reforma, se anula, se recorrer, se restaura, se avoca, se suspende… Há muito anos os juízes não servem ao povo, mas servem ao sistema, ao Ministério Público, ao Estado.
Não se se surpreendam, portanto, se um condenação de grande repercussão virar nada em alguns dias.